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terça-feira, 5 de março de 2013

Margareth Menezes grava documentário para a ESPN no Sul da Bahia

A cantora Margareth Menezes recebeu um convite do canal ESPN Brasil para participar dos projetos 'Caravana da Música' e 'Caravana do Esporte'. No próximo 13 de março (quarta), a artista viaja até Caravelas, Sul da Bahia para um encontro especial com crianças e professores da rede pública de ensino do município, que fica a cerca de 260 km de Porto Seguro.

Na ocasião, está prevista a montagem de um circo, disputas de jogos indígenas e a gravação de um documentário inédito que irá ao ar em 30 de março. Além de cantar e conversar, Margareth interage durante as atividades e fala um pouco sobre carreira e do próprio projeto social, a Fábrica Cultural, que atua com jovens e crianças da Península de Itapagipe, em Salvador.

Desde 2007, a 'Caravana da Música' e a 'Caravana do Esporte' percorreram mais de 60 cidades brasileiras, levando cultura e esporte a mais de 30 mil crianças, além de capacitar mais de dois mil professores das localidades visitadas, com o intuito de disseminar e dar continuidade ao esporte educacional junto as crianças do ensino público.

Matéria original: iBahiaMargareth Menezes grava documentário para a ESPN no Sul da Bahia

O Círculo lança clipe gravado com Ilê Aiyê no Curuzu; assista

O cotidiano do Curuzu está traduzido numa nova canção, intitulada 'Horizonte Mãe'. A melodia recém-nascida reverencia 'o mais belo dos belos' e foi composta pela banda O Círculo em homenagem o Ilê Aiyê. O grupo está gravando o seu terceiro CD, em que apenas uma das composições não tem a assinatura do grupo.

A canção embala imagens que retratam o cotidiano do bairro. O movimento das ruas é mostrado pelo olhar sensível das lentes, enquanto a Deusa do Ébano, Edjane Nascimento, se arruma e veste sua indumentária com destino à Senzala do Barro preto. O encontro de todos os elementos acontece lá, onde agora o bloco afro tem um estúdio próprio.

O clipe foi gravado no novo estúdio do Ilê Ayiê, no Curuzu, com produção e realização da João de Barro Filmes e Da Cultura. A banda é formada por Roy (vocal), Israel Jabar (teclados), Júnior Martins (baixo), Daniel Ragoni (bateria) e Taciano Vasconcellos (guitarra). A música é cantada na voz do vocalista Roy e dos cantores da banda do Ilê, Iracema e Marcos.

Fonte: I BAHIA

domingo, 3 de março de 2013

AGENDE-SE: Harmonia do Samba, Filhos de Jorge e Luiz Caldas são atrações da Feira de Caxixis; veja programação


A edição 2013 da tricentenária e encantadora Feira de Caxixis vai acontecer em plena durante quatro dias, de 28 a 31 de março, no município de Nazaré, no Recôncavo Baiano. A maior feira de artesanato em cerâmica do Brasil este ano trás o tema 'Movida pela Arte'.


Compõe a Feira também praça de alimentação e bebidas, além da Arena Caxixis onde acontece shows musicais, com diversidade de atrações, que garantem aos participantes noites de muita animação. 



Entre as atrações desse ano, que devem atrair grande público para a cidade, estão Harmonia do Samba, Luiz Caldas, Araketu, Black Style e Filhos de Jorge, que emplacou a música 'Ziriguidum' como a melhor do Carnaval.


A cidade de Nazaré, que está a 60 quilômetros de Salvador, pelo sistema Ferry Boat, recebe cerca de 100 mil baianos e turistas durante o período da feira. 


Veja programação de shows gratuitos:



Quinta-feira, dia 28:
Diego Moraes
Luiz Caldas



Sexta-feira, dia 29:
Filhos de Jorge
Harmonia do Samba 



Sábado, dia 30:
Araketu
Black Style



Domingo, dia 31:
Ghetto é Ghetto


Fonte: I BAHIA

Vanessa da Mata fará show gratuito em homenagem a Tom Jobim em Salvador


O projeto Nivea Viva, que ano passado teve Maria Rita interpretando Elis Regina como estrela do projeto, este ano apresenta Vanessa da Mata cantando músicas do maestro e compositor Tom Jobim. A turnê fará show gratuitos em seis capitais: Salvador, Brasília, São Paulo, Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre. 

"Estou muito honrada em participar dessa homenagem. Ele era um visionário da música", disse Vanessa da Mata, em coletiva de imprensa no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. 

O primeiro show do Viva Tom será no dia 9 de abril, no Rio de Janeiro, para convidados. As datas das outras apresentações ainda não foram divulgadas, assim como ainda não foi confirmada uma exposição itinerante, como aconteceu no projeto Viva Elis. Um site comemorativo também pode ser lançado.

Os arranjos serão feitos por Kassin, que já trabalha com Vanessa da Mata, e o maestro carioca Eumir Deodato, parceiro de Tom Jobim.

50 anos do disco The composer of Desafinado
Em 2013, o primeiro disco de Tom Jobim, The composer of Desafinado, completa 50 anos. O LP de estreia trazia várias parcerias com Vinicius de Mores, como Desafinado e o clássico Garota de Ipanema, gravado em muitas línguas. A versão brasileira, Antônio Carlos Jobim, saiu no ano seguinte.


FONTE: I BAHIA

NOVELAS e CENSURA - "As novelas de hoje passariam todas. São superficiais e sem aprofundamento social e político". Entrevista com José Bonifácio de Oliveira - O BONI


A história mais famosa que se conta sobre a novela "Selva de Pedra" (1972), de Janete Clair, foi que ela alcançou cem pontos de Ibope em seu 152º capítulo. O que pouca gente sabe, no entanto, é que a censura obrigou a autora Janete Clair a mudar a história no meio, impedindo que o protagonista Cristiano, interpretado por Francisco Cuoco, se casasse com a vilã Fernanda (Dina Sfat) por enxergar que a relação dos dois configurava bigamia.
Na verdade, os censores estavam vendo, como se diz popularmente, pelo em ovo. Na trama, Cristiano acreditava-se viúvo de Simone (Regina Duarte), que fora vítima de um atentado provocado pelo oportunista Miro (Carlos Vereza). O vilão queria que o amigo se unisse a Fernanda, que era milionária, e assim usufruir da riqueza de ambos.
O plano só não deu certo porque Simone sobreviveu e assumiu outro nome. O capítulo que deu recorde de audiência no Rio e em São Paulo era aquele em que a identidade da protagonista era revelada.
José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, conta que apesar da argumentação apresentada de que Cristiano não sabia que estava praticando bigamia, os censores alegaram que o público sabia e que a novela não podia dar esse exemplo.

Em entrevista exclusiva ao UOL, o ex- superintendente de produção e programação da Globo conta os dribles que ele, Janete Clair e o diretor Daniel Filho tiveram que dar na censura para que a novela não mudasse de horário nem fosse interrompida. Leia:
UOL – Como funcionava o processo de produção de uma novela nesse contexto de censura?
Boni –Na época, tínhamos obrigação de apresentar uma sinopse para avaliação da classificação etária, acompanhada de vinte capítulos em texto. Uma vez aceita a indicação, o certificado de censura seria emitido após a apresentação de vinte capítulos gravados e editados em versão final, o que poderia manter ou alterar a classificação inicial. Evidentemente os prazos eram negociados e havia uma pequena margem, mas sempre com risco para a emissora.
Qual era seu papel nesse processo?
O meu papel e das pessoas que trabalhavam diretamente em contato com a censura era tentar ludibriar os censores e conseguir aprovar horário, o conteúdo inteiro, capítulos e cenas. Muitas vezes usávamos o artificio chamado de "pentear", cujo significado verdadeiro era "disfarçar". A minha posição acabou acarretando em 1971 uma investigação do DOPS. Na luta para manter as novelas intactas e o conteúdo preservado, adotamos a técnica de ganhar tempo enrolando a censura com promessas que seriam cumpridas ou não, criando uma cultura de embates sucessivos, avançando e recuando de forma estratégica. Quase sempre não cumpríamos o prometido e renovávamos as promessas. Eu era mestre em assinar documentos que não seriam cumpridos.
Como a censura foi abrandando (ou não) com o enfraquecimento do regime?
Não houve um abrandamento gradativo. Não existe censura gradual. Ou há liberdade de expressão ou não há.  A censura não era apenas do ponto de vista de costumes ou de política. Era usada para punir de forma discricionária como o caso de "Roque Santeiro", em que o ministro Armando Falcão resolveu se vingar do ex-amigo Roberto Marinho proibindo a primeira versão.

Que novelas de hoje em dia jamais seriam aprovadas pelos censores e por quê?
As novelas de hoje passariam todas. São superficiais e sem aprofundamento social e político. Uma ou outra palavra seria cortada. Os censores eram técnicos de censura e cortavam o subjetivo, não o objetivo. Além dessa censura, havia uma segunda censura que era a dos militares que exerciam pressão por ouvir dizer. Nesse grupo, incluíam-se diversas senhoras de generais e as famosas "Senhoras de Santana". A igreja, muitas vezes divergindo dos militares da ditadura em alguns campos, atuava como uma terceira censura no sentido moral e religioso, constituindo-se em uma pressão tão grande quanto a censura oficial e a censura militar.
Estou com um documento assinado por você com todos os detalhes da mudança na sinopse de "Selva de Pedra". A censura reclassificou a novela para as 22h no meio da trama e vocês tiveram que matar o romance do Cristiano com a Fernanda. Que tipo de prejuízo isso causou à emissora e em quanto tempo a Janete Clair teve que reescrever a sinopse? Você e ela discutiram o enredo juntos? Como foi isso?
Quando os argumentos falhavam, tínhamos que executar as mudanças necessárias para não sair do horário. O custo das regravações era extremamente inferior do que jogar fora audiência do horário e perder as verbas publicitárias. Muitas vezes as alterações obrigavam os autores a um exercício de criatividade que  assustava por ter virado rotina. Em Selva de Pedra, as soluções foram discutidas comigo pela Janete Clair e o Daniel Filho. Quando a novela mudava drasticamente, os telespectadores percebiam? Saía na imprensa? Vocês recebiam cartas de reclamação do público?
Não interessava a censura que as mudanças vazassem. Eles não queriam admitir publicamente a ação da censura. Para nós era melhor assim. Podíamos caminhar mesmo que fosse sobre o fio da navalha, e o público não percebia nem reclamava, pois parecia um artificio de dramaturgia dos autores. Só abrimos a boca e denunciamos a censura quando houve a proibição total de uma novela, no caso da primeira versão de "Roque Santeiro".
"Pecado Capital" nasceu meio que a toque de caixa devido à proibição de "Roque Santeiro". No lugar de "Roque Santeiro" entrou uma reprise de "Selva de Pedra". Você pode nos contar como foi "parir" uma novela tão rápido?
A Janete se prontificou a substituir o Dias Gomes, e o Daniel Filho se debruçou no projeto, ajudando na criação da trama que , no início, trazia muitas semelhanças com "Selva de Pedra". O Francisco Cuoco foi mantido. Para evitar a repetição da dupla com Regina Duarte, foi escalada a Betty Faria. Também o tom coloquial foi usado para diferenciar do clima "dark" de "Selva de Pedra". A equipe inteira, diretores, autores, produtores musicais resolveram dar uma resposta a censura e saiu o sucesso Pecado Capital.
Tem um documento dos militares dizendo que o Walter Clark [diretor geral da Globo na época] tinha se comprometido a "prestar serviços ao governo e às autoridades". O que isso queria dizer? Eles pediam favores especiais ou era represália às promessas que vocês não iriam cumprir?


O Walter Clark sofreu muitas pressões e tivemos que exibir um editorial diário do regime militarchamado "Ordem do Dia". Era exibido antes do JN, escrito e lido por Edgard Erickssen, um colaborador dos militares. Foi um programete de três minutos imposto pelo governo militar que durou pouco tempo pela sua ineficiência e reclamação do público. O Borjalo [o famoso cartunista Mauro Borja Lopes] fez a logomarca do programa que a censura engoliu: era uma mão com o indicador esticado apontando o título. Todos sabíamos que significava "dedo duro". A outra imposição foi o programa "Amaral Netto". Ele era um deputado federal e repórter de televisão. O programa dele foi exigido para divulgar o então chamado "Brasil Grande", mas o Amaral acabou entendendo que isso não daria audiência e fez um programa no estilo "reportagem-documentário" focado mais na natureza brasileira, inclusive com alguns episódios excelentes. Em nenhum momento eu soube de qualquer outro acerto do Walter com o regime. Mesmo porque em todo o tempo da ditadura a Globo e o dr. Roberto Marinho não conseguiram nenhum canal ou benefício do governo. Todas as frequências da Rede Globo foram adquiridas de outros concessionários. Devido a sua constante e grande audiência, a Globo foi mais visada e mais censurada que as outras. Em alguns momentos, como nas "Diretas Já", houve ameaça de cassação da concessão e somente com a interferência do Roberto Irineu Marinho é que o dr. Roberto resolveu enfrentar o governo. De qualquer maneira, dr. Roberto era anticomunista e sempre defendeu a economia de mercado. Mas jamais defendeu a censura ou o controle dos meios de comunicação, pois a liberdade de expressão era uma das paixões de seu espírito jornalístico, mais forte que seu lado de empresário.

A diretora do observatório da censura da USP nos deu uma entrevista dizendo que sempre houve censura no Brasil. Você concorda com essa afirmação?
Concordo totalmente. A diferença é que a classificação de hoje é meramente indicativa e as emissoras são obrigadas a informar o horário da classificação. Mas há mecanismos para se manter no horário. Na prática, o que deixou de existir, no caso do entretenimento, foi a censura prévia, mas não a censura em si. Já o jornalismo, é bom que se diga está, neste momento, inteiramente livre.
"Selva de Pedra" ganhou um remake em 1986, com Tony Ramos, Fernanda Torres, Christiane Torloni e Miguel Falabella nos papeis de Cristiano, Simone, Fernanda e Miro, respectivamente.




sábado, 2 de março de 2013

AGENDE-SE: Galera Feirense, fiquem ligados na programação do Projeto Conto em Cena mês de Março. Estreia da peça AMOR de Clarice Lispector.


AGENDE-SE: Banda Preto Sábio, hoje (02.03) no Pelourinho. Imperdível.


"Eu vejo muitas coisas no Teatro Vila Velha", revela Taís Araújo; leia entrevista


Entrando no clima das comemorações do Mês do Teatro, que será comemorado no dia 27 de março, damos o pontapé inicial à série de matérias especiais do iBahia, em um bate papo com os atores globais Taís Araújo e Luiz Henrique Nogueira, que visitaram a Rede Bahia, na manhã desta sexta-feira. Os artistas falaram sobre o espetáculo 'Caixa de Areia', que está em cartaz em Salvador, a produção teatral moderna, a relação com o teatro baiano e os planos para as carreiras.

Na última quinta-feira (28), Taís estreou na capital baiana o seu novo trabalho nos palcos, com direção de Jô Bilac e do baiano de Cruz das Almas, Sandro Pomponet. A peça 'Caixa de Areia' pode ser conferida até sábado (02), às 22h, no Teatro Jorge Amado. 



De volta ao teatro
Em seu último trabalho a morena viveu a empreguete 'Penha', da novela Cheias de Charmes. Com novo visual, ela explicou os motivos que a levaram a montar peça. “Eu estava com planos de fazer teatro antes de começar a novela, queria uma peça que fosse de processo, que pudesse trabalhar muito com os ensaios, pesquisas... E aí o Jô Bilac veio com a proposta de fazer a construção da montagem de acordo com o que acontecesse nos ensaios”, contou Taís Araújo.

"(Em Caixa de Areia) nós fazemos os pais da Ana, que é a protagonista, e a peça reavalia tudo que aconteceu na vida dela. No meio dessa análise ela traz da memória dela os pais de quando ela era pequena, a partir daí ela passa a olhar a relação dela com ele", explicou Taís, sobre a abordagem do espetáculo.



Teatro x Cultura Digital
Durante a entrevista ao iBahia, os artistas avaliaram a produção teatral do Brasil - que para muitos atores e diretores vem reduzindo cada vez mais no país o número de montagens. "Já foi muito melhor", concordou Taís, que deixou o amigo Luiz Henrique, que saiu do teatro para TV, falar mais sobre o assunto. 

"Na realidade já tivemos mais espetáculos em cartaz. Eu estou trazendo a experiência como ator carioca, a gente perdeu muitas salas de espetáculos, diminuímos muito os números de dias de uma temporada. O teatro está cada vez mais restrito a um número de pessoas interessadas, ao mesmo tempo estamos vivendo uma época onde tudo está virtual. O livro é virtual, CD virtual. O teatro é impossível ser virtual, de alguma maneira o teatro da vida moderna vai precisar se reinventar. Não acho que a produção brasileira aumentou, nós temos um aumento no número de textos escritos por dramaturgos brasileiro", destacou o ator.

Shakespeare na mira 
Taís, que viveu a primeira protagonista negra da história da teledramaturgia brasileira com a personagem 'Preta' (Da Cor do Pecado), também falou sobre os desafios que ainda pretende alcançar na premiada carreira profissional. 

"Ainda têm dois textos de Shakespeare que eu tenho vontade de fazer, que é 'Megera Domada' e 'Antony e Cleópatra', ainda não fiz talvez por falta de coragem, por ser um texto de Shakespeare, ainda tenho que trabalhar muito no teatro para poder fazer, mas eu ainda vou realizar estes objetivos", revelou a mãe do pequeno João Vicente.

Teledramaturgia
Já o seu parceiro de teatro ponderou sobre a liberdade de escolha do ator de novelas. "Em televisão não tem muito como a gente almejar personagens. Existem milhões de personagens que a gente tem vontade de fazer, até porque como vamos mudando de idade, sempre queremos fazer personagens diferentes", disse Luiz.

No papo eles mostraram que estão atentos ao que anda rolando na produção teatral baiana. “Em Salvador, eu só fui uma vez ao teatro onde assisti no Jorge Amado a peça ‘Vixe Maria! Deus e o Diabo na Bahia’, mas eu sempre vejo as produções da Bahia. Existem muitos grupos importantes daqui que vão para o Rio e eu sempre vou prestigiar”, disse Nogueira.

"Eu vejo muitas coisas que estão em cartaz no Teatro Vila Velha. Como é o local onde o Bando (de Teatro Olodum) reside, então é um lugar que eu frequento muito aqui", disse Taís. Já que no mês de março temos a comemoração do mundial do teatro, os atores não deixaram de fazer os seus pedidos. "Que as pessoas frequentem mais o teatro", disse Taís. 

Já Luiz fez um pedido especial aos deuses das artes cênicas. "Eu peço que os deuses do teatro sempre me deem papéis para interpretar e que as pessoas sempre frequentem o teatro".

Turnê pelo Brasil
Após a curta temporada em Salvador, o espetáculo Caixa de Areia segue em turnê para o Rio de Janeiro, onde ficam entre os meses de março e abril. No segundo semestre, será a vez de São Paulo receber a dupla.

*Colaborou o repórter Eliomar Santos

Matéria original: iBahia

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Mudança de data suspende show de Ivete, Saulo e Brown na Arena Fonte Nova

Entrou água na festa de lançamento da Fonte Nova. Em coletiva dos representantes do consórcio, do governo do Estado e da Federação Bahiana de Futebol, realizada na tarde desta quinta-feira, o presidente da Arena Fonte Nova, Frank Alcântara, revelou que devido à mudança da data de realização do evento - que agora se realizará no domingo, dia 07 de abril, no mesmo dia do BA-VI -, as apresentações de Ivete Sangalo, Saulo Fernandes e Carlinhos Brown não estão mais confirmadas, visto que vai de encontro às suas agendas de shows.


Em clima de mistério, Frank anunciou que a organização do evento pretende testar a multifuncionalidade do espaço e que a cerimônia de abertura pode acontecer no próprio gramado, podendo não haver palco montado.  

Não se sabe ainda quais serão as atrações substitutas e nem a data em que as novas ou as mesmas atrações serão confirmadas. "Algumas atrações serão surpresa", disse o presidente da Arena. A cerimônia vai acontecer antes da partida entre Bahia e Vitória, que deve se realizar às 16h ou 17h.

Matéria original: iBahia

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

CNN convida Daniela Mercury para entrevista e a chama de Madonna brasileira


Daniela Mercury está com tudo! A cantora foi convidada para uma entrevista ao programa 'Leading Women', da CNN Internacional, e tem sido anunciada pela emissora como a 'Madonna brasileira'.
Segundo a coluna do jornalista Flávio Ricco, a atração destaca as mulheres mais influentes do mundo em suas áreas de atuação.
O programa foi ao ar às 14h30 desta quarta-feira (27).

Fonte: FAMOSIDADES