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sexta-feira, 17 de maio de 2013

GNT quer produzir versão masculina do programa Saia Justa



O programa "Saia Justa", do GNT, poderá ganhar uma versão masculina em breve. Isso porque o canal pago pretende implantar um projeto semelhante à atração comandada por Astrid Fontenelle, mas apresentada apenas por homens. A emissora, inclusive, já deu início às discussões para viabilizar o projeto, segundo o jornal "Folha de S. Paulo". Se a atração, de fato, der certo, o elenco deverá ser formado pelos homens que já participaram da versão feminina do "Saia Justa" anteriormente. Além de Astrid, o programa também é apresentado pelo trio Mônica Martelli, Barbara Gancia e Maria Ribeiro.

www.msn.com.br

terça-feira, 23 de abril de 2013

Record proibe apresentadores de falarem sobre Marco Feliciano e Daniela Mercury



Como  o departamento de Jornalismo está submetido às decisões da Igreja Universal do Reino de Deus, a Record baixou uma norma “informal” na casa, mas que vale para todos os apresentadores e programas. É proibido fazer comentários ou “análises” sobre a recente “saída de armário” de Daniela Mercury, que assumiu estar casada com uma mulher, uma jornalista.
A emissora chegou a dar um registro em seu site e também no “Programa da Tarde”, logo que a cantora fez a revelação, mas em seguida veio a informação “de cima” que era para os programas pararem de abordar o assunto, Normalmente um fato assim seria um prato cheio para o “Hoje em Dia”, para Geraldo Luís ou mesmo o “Programa da Tarde” e o “Domingo Espetacular”.
No entanto, a ordem é para esquecer o assunto. Não ficar levantando a bola do universo homossexual na emissora.
Outra figura que está absolutamente vetada e não deve ter espaço algum na emissora, segundo a ordem interna, é o pastor Feliciano e suas declarações -homofóbicas ou não. Nesse caso, o veto se deve ao fato de Feliciano ser de uma igreja rival (ou seria melhor chamar concorrente?) da Universal. Ele faz parte da Igreja do Avivamento, cujos integrantes e seguidores já foram duramente atacados.
Fonte: TV FOCO
Na moral, ninguém merece a RECORD.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Contrato de Thammy Miranda na Globo será renovado, diz jornal


Pelo visto a atriz Thammy Miranda está fazendo o maior sucesso na TV Globo. No ar, interpretando a personagem Jô, na novela 'Salve Jorge', a filha de Gretchen já tem a confirmação que continuará na emissora após concluir as gravações do folhetim.

As informações são da coluna Retratos da Vida, do jornal 'Extra'. De acordo com a publicação, a participação de Thammy no programa 'Domingão do Faustão' aumentou tanto a audiência que outras atrações da Globo querem convidar a moça para um bate-papo.

Matéria original: iBahia

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Ivete Sangalo passa a cantar música-tema de A Grande Família


Cantada por Dudu Nobre há 12 anos, a música-tema de "A Grande Família" ganhou uma voz nova. Ivete Sangalo assumiu o comando da abertura na nova temporada do seriado.
A nova versão feita pela cantora foi apresentada no programa "Esquenta!", neste domingo (31). O seriado estreia sua 13ª temporada na próxima quinta-feira (4), na TV Globo.

Fonte: MSN

Astro de Glee se interna em clínica de reabilitação


Cory Monteith, astro da série 'Glee', decidiu se internar em uma clínica de reabilitação, no último sábado (30).
A notícia foi revelada por seu assessor na noite do último domingo (31), por meio de nota. 'Ele se internou voluntariamente para tratar o vício de substâncias', disse, sem especificar o tipo de substância.
'Ele pede encarecidamente por respeito e privacidade, enquanto percorre o caminho necessário para sua recuperação', completou.
A namorada do ator de 30 anos, Lea Michele, que também faz parte do elenco de 'Glee', divulgou uma nota, falando sobre o assunto.
'Eu amo e apoio Cory. Ficarei com ele durante o processo. Estou agradecida e orgulhosa que ele tenha tomado esta decisão', anunciou a intérprete de Rachel na série teen.

Fonte: MSN 

domingo, 31 de março de 2013

Aguinaldo Silva é ameaçado de morte após criticas à Joelma


O autor e linguarudo Aguinaldo Silva recebeu ameaças de morte após criticar a declaração da cantora Joelma, que em entrevista a revista Época, comparou gays a drogados.
Na manhã deste domingo (31), o autor escreveu em seu twitter: “Não é que a Joelma tem fãs? Eles ficaram histéricos por causa da minha opinião sobre a cantora, me ameaçaram até de morte! Ora, vão se catar”.
Toda a confusão começou quando o global ironizou em sua rede social o que Joelma havia falado sobre o homossexualismo. “Isso é que é usar o nome de Deus em vão. Aliás, Joelma é a Lady Gaga do Recôncavo: canta mal, dança mal, rebola mal, se veste mal e quando abre a boca só fala besteira. Me diz, como é que num mundo tão rico e diversificado como o nosso alguém se sente realizado por ser fã da Joelma? Pobreza tem limite!”, escreveu

Fonte: TV FOCO

Rick Bonadio fala do reality que irá lançar um novo Rouge


Responsável pelo lançamento de artistas como Mamonas Assassinas, NX Zero, Rouge e Manu Gavassi, Rick promete mostrar no novo programa tudo o que acontece em seu estúdio em São Paulo, além de mostrar os bastidores da formação de uma nova banda de garotas.
Cerca de quatro mil meninas se inscreveram para participar do programa e cem finalistas passam agora por aulas de canto, dança e expressão corporal. O primeiro episódio de "Fábrica de Estrelas" vai ao ar no dia 1º de abril às 21h30  no canal Multishow
Fonte: Música UOL

sábado, 23 de março de 2013

“A bissexualidade vai predominar daqui a 30 anos”, diz Regina Navarro no “De Frente Com Gabi”. Assista entrevista completa no ZANZANDOO.


Nesta quarta, 20 de março, Marília Gabriela recebe a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, que fala sobre sexo sem nenhum moralismo. Nascida em Copacabana há mais de 60 anos e autora de 11 livros, ela incomoda muitos com seu modo de falar sobre desejo, paixão, sedução, casamento e infidelidade. Ela vem ao programa para mostrar que o amor e o sexo estão na origem de todas as infelicidades do ser humano e fala ainda sobre muitas outras polêmicas.
Confira as melhores frases da entrevista: 
• Casamento não combina com a manutenção do desejo do casal.
• O mínimo de insegurança é necessário para manter uma relação.
• A bissexualidade vai predominar daqui a 30 ou 40 anos.
• No sexo os homens também gostam de ser dominados, mas não admitem.
• Acho que “50 tons de cinza” permitiu às mulheres ler sobre esse tipo de assunto na frente de todos.
• Não me espanto em saber que dois terços das mulheres não tem orgasmo. Me espanto com as que conseguem ter após séculos de repressão.
• O cavalheirismo é a coisa mais prejudicial para a mulher em um relacionamento, porque carrega a ideia subliminar da incapacidade da mulher.
• O prazer nunca foi visto com bons olhos. A virtude é o sofrimento.
• Contos de fadas, ao invés de incentivar as meninas a desenvolverem seus talentos, incentivam-nas a ficarem em casa esperando seu príncipe.
• Você pode ser fiel aos motivos que te levam a estar com uma pessoa e ainda assim ter relações extraconjugais.
Entrevista completa:

Fonte: TV FOCO

Wagner Moura declara que novelas não estão em seus planos


Muito elogiado pela suas atuações em filmes e novelas, Wagner Moura talvez não volte tão cedo a atuar em novelas. Em entrevista à revista “Rolling Stone”, o ator revelou:
“Adorei fazer as duas novelas que fiz. Só trabalhei com gente boa e talentosa e aprendi muito, mas fazer de novo não está nos meus planos. É muito tempo dedicado a uma coisa só. A importância cultural das novelas já é consolidada, eu tenho mais interesse na dinâmica desse nosso cinema em formação”, justificou o ator.
Wagner protagonizou as novelas “A Lua Me Disse” (2005) e “Paraíso Tropical” (2007) todas na Globo.
Fonte: TV FOCO

terça-feira, 19 de março de 2013

Ivete Sangalo deve voltar às novelas da Globo

A cantora baiana Ivete Sangalo deve voltar à teledramaturgia da Rede Globo em breve. De acordo com informação do colunista Flávio Ricco, publicada nesta segunda-feira, 18, no portal Uol, Ivete e a emissora carioca estão conversando para agendar o retorno da atriz às produções da emissora. Ainda não há nada definido. A cantora foi elogiada por sua atuação na novela Gabriela e no seriado As Brasileiras, onde protagonizou o episódio A Desastrada de Salvador.

Fonte: A TARDE ON LINE

domingo, 17 de março de 2013

Amor em tempo de guerra (fria): porque The Americans é a melhor nova série da temporada nos EUA


Primavera  norte americana na TV é pior que cena climática em filme do Michael Bay: um massacre, com baixas por todos os lados, onde só sobrevivem os heróis.
Tenho feito o melhor possível para acompanhar a safra 2013, mas confesso que o tédio tem interrompido minha determinação muitas vezes. Sei, por exemplo, que The Following tem muitos fãs, inclusive os editores e colunistas da Entertainment Weekly, que só faltam pedir a série em casamento de tanto amor. Pessoalmente, eu não aguento mais a saída fácil de virar cada cena do avesso com alguém “inesperadamente” confessando ser um follower, mais aquele entulho de absolutamente todos os clichês do terror, sem ironia (logo você, Kevin Williamson!) mais aquele sub-Hannibal Lecter do James Purefoy.
Talvez por esperar tão pouco desta nova safra, não levei muita fé quando li o argumento de The Americans. Espiões levando uma vida dupla nos subúrbios dos Estados Unidos? Eu já não vi essa série e ela não se chamava Homeland?
Como eu estava enganada! Criada e escrita por um ex-agente da CIA, Joe Weisberg (que deixou a CIA por “motivos pessoais de natureza ética” e foi professor de ginásio antes de virar roteirista de TV) The Americans tem três elementos que a elevam bem acima do mais-ou-menos desta temporada: o verdadeiro conhecimento da natureza e processos do trabalho do espião; a capacidade de traduzir dramaticamente o labirinto psicológico que faz parte da profissão; e o fato de se passar nos anos 1980, uma década pouco explorada na dramaturgia de cinema e TV, e que tem todos os elementos fascinantes das grandes transformações políticas: fim da guerra fria, glasnost, Reagan e o escândalo Irã/Contra.
Some-se a isso o excepcional desempenho de Keri Russell e Mathew Rhys como a dupla de agentes da KGB  fingindo ser um casal classe média norte americano nos subúrbios de Washington em meados dos anos 1980. As complicações existenciais e psicológicas são tantas, empilhadas umas em cima das outras, os desdobramentos de uma mentira em cima de outra mentira, justificada (de forma cada vez mais tenue) pela noção de “dever e honra” (título do episódio mais recente, devastador). Durante quanto tempo é possível fingir amor sem senti-lo ou transforma-lo em repulsa? Num ofício em que não se deve confiar em ninguém, como confiar no seu parceiro? Como viver plenamente uma vida oposta à que se foi educado para desejar? Como ser capaz de matar friamente, torturar sem remorso e trair sem medo e, ao mesmo tempo, educar dois filhos em idade escolar?
E tudo isso é apenas o começo. As interpretações de Russell e Rhys são perfeitamente calibradas, com os dois sendo capazes de ser ao mesmo tempo ternos e ameaçadores, amorosos e terríveis, frágeis e implacáveis. O jogo de xadrez com o agente do FBI que mora na casa ao lado  (Noah Emmerich) e que foi, ele mesmo, um operador infiltrado (num grupo de supremacistas brancos)  ainda não foi explorado plenamente nesta temporada, mas espero muita coisa boa na segunda, que já foi devidamente encomendada.
E ajuda muito ter uma trilha com Fleetwood Mac, Echo and the Bunnymen e New Order, uma abertura de grafismo elegante e  saber que a série foi inspirada em fatos reais, que vieram à tona em 2010.
Quando estrear aí no Brasil, no canal Fox, em maio, não percam de jeito nenhum.
Fonte: Cinema Uol

domingo, 3 de março de 2013

NOVELAS e CENSURA - "As novelas de hoje passariam todas. São superficiais e sem aprofundamento social e político". Entrevista com José Bonifácio de Oliveira - O BONI


A história mais famosa que se conta sobre a novela "Selva de Pedra" (1972), de Janete Clair, foi que ela alcançou cem pontos de Ibope em seu 152º capítulo. O que pouca gente sabe, no entanto, é que a censura obrigou a autora Janete Clair a mudar a história no meio, impedindo que o protagonista Cristiano, interpretado por Francisco Cuoco, se casasse com a vilã Fernanda (Dina Sfat) por enxergar que a relação dos dois configurava bigamia.
Na verdade, os censores estavam vendo, como se diz popularmente, pelo em ovo. Na trama, Cristiano acreditava-se viúvo de Simone (Regina Duarte), que fora vítima de um atentado provocado pelo oportunista Miro (Carlos Vereza). O vilão queria que o amigo se unisse a Fernanda, que era milionária, e assim usufruir da riqueza de ambos.
O plano só não deu certo porque Simone sobreviveu e assumiu outro nome. O capítulo que deu recorde de audiência no Rio e em São Paulo era aquele em que a identidade da protagonista era revelada.
José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, conta que apesar da argumentação apresentada de que Cristiano não sabia que estava praticando bigamia, os censores alegaram que o público sabia e que a novela não podia dar esse exemplo.

Em entrevista exclusiva ao UOL, o ex- superintendente de produção e programação da Globo conta os dribles que ele, Janete Clair e o diretor Daniel Filho tiveram que dar na censura para que a novela não mudasse de horário nem fosse interrompida. Leia:
UOL – Como funcionava o processo de produção de uma novela nesse contexto de censura?
Boni –Na época, tínhamos obrigação de apresentar uma sinopse para avaliação da classificação etária, acompanhada de vinte capítulos em texto. Uma vez aceita a indicação, o certificado de censura seria emitido após a apresentação de vinte capítulos gravados e editados em versão final, o que poderia manter ou alterar a classificação inicial. Evidentemente os prazos eram negociados e havia uma pequena margem, mas sempre com risco para a emissora.
Qual era seu papel nesse processo?
O meu papel e das pessoas que trabalhavam diretamente em contato com a censura era tentar ludibriar os censores e conseguir aprovar horário, o conteúdo inteiro, capítulos e cenas. Muitas vezes usávamos o artificio chamado de "pentear", cujo significado verdadeiro era "disfarçar". A minha posição acabou acarretando em 1971 uma investigação do DOPS. Na luta para manter as novelas intactas e o conteúdo preservado, adotamos a técnica de ganhar tempo enrolando a censura com promessas que seriam cumpridas ou não, criando uma cultura de embates sucessivos, avançando e recuando de forma estratégica. Quase sempre não cumpríamos o prometido e renovávamos as promessas. Eu era mestre em assinar documentos que não seriam cumpridos.
Como a censura foi abrandando (ou não) com o enfraquecimento do regime?
Não houve um abrandamento gradativo. Não existe censura gradual. Ou há liberdade de expressão ou não há.  A censura não era apenas do ponto de vista de costumes ou de política. Era usada para punir de forma discricionária como o caso de "Roque Santeiro", em que o ministro Armando Falcão resolveu se vingar do ex-amigo Roberto Marinho proibindo a primeira versão.

Que novelas de hoje em dia jamais seriam aprovadas pelos censores e por quê?
As novelas de hoje passariam todas. São superficiais e sem aprofundamento social e político. Uma ou outra palavra seria cortada. Os censores eram técnicos de censura e cortavam o subjetivo, não o objetivo. Além dessa censura, havia uma segunda censura que era a dos militares que exerciam pressão por ouvir dizer. Nesse grupo, incluíam-se diversas senhoras de generais e as famosas "Senhoras de Santana". A igreja, muitas vezes divergindo dos militares da ditadura em alguns campos, atuava como uma terceira censura no sentido moral e religioso, constituindo-se em uma pressão tão grande quanto a censura oficial e a censura militar.
Estou com um documento assinado por você com todos os detalhes da mudança na sinopse de "Selva de Pedra". A censura reclassificou a novela para as 22h no meio da trama e vocês tiveram que matar o romance do Cristiano com a Fernanda. Que tipo de prejuízo isso causou à emissora e em quanto tempo a Janete Clair teve que reescrever a sinopse? Você e ela discutiram o enredo juntos? Como foi isso?
Quando os argumentos falhavam, tínhamos que executar as mudanças necessárias para não sair do horário. O custo das regravações era extremamente inferior do que jogar fora audiência do horário e perder as verbas publicitárias. Muitas vezes as alterações obrigavam os autores a um exercício de criatividade que  assustava por ter virado rotina. Em Selva de Pedra, as soluções foram discutidas comigo pela Janete Clair e o Daniel Filho. Quando a novela mudava drasticamente, os telespectadores percebiam? Saía na imprensa? Vocês recebiam cartas de reclamação do público?
Não interessava a censura que as mudanças vazassem. Eles não queriam admitir publicamente a ação da censura. Para nós era melhor assim. Podíamos caminhar mesmo que fosse sobre o fio da navalha, e o público não percebia nem reclamava, pois parecia um artificio de dramaturgia dos autores. Só abrimos a boca e denunciamos a censura quando houve a proibição total de uma novela, no caso da primeira versão de "Roque Santeiro".
"Pecado Capital" nasceu meio que a toque de caixa devido à proibição de "Roque Santeiro". No lugar de "Roque Santeiro" entrou uma reprise de "Selva de Pedra". Você pode nos contar como foi "parir" uma novela tão rápido?
A Janete se prontificou a substituir o Dias Gomes, e o Daniel Filho se debruçou no projeto, ajudando na criação da trama que , no início, trazia muitas semelhanças com "Selva de Pedra". O Francisco Cuoco foi mantido. Para evitar a repetição da dupla com Regina Duarte, foi escalada a Betty Faria. Também o tom coloquial foi usado para diferenciar do clima "dark" de "Selva de Pedra". A equipe inteira, diretores, autores, produtores musicais resolveram dar uma resposta a censura e saiu o sucesso Pecado Capital.
Tem um documento dos militares dizendo que o Walter Clark [diretor geral da Globo na época] tinha se comprometido a "prestar serviços ao governo e às autoridades". O que isso queria dizer? Eles pediam favores especiais ou era represália às promessas que vocês não iriam cumprir?


O Walter Clark sofreu muitas pressões e tivemos que exibir um editorial diário do regime militarchamado "Ordem do Dia". Era exibido antes do JN, escrito e lido por Edgard Erickssen, um colaborador dos militares. Foi um programete de três minutos imposto pelo governo militar que durou pouco tempo pela sua ineficiência e reclamação do público. O Borjalo [o famoso cartunista Mauro Borja Lopes] fez a logomarca do programa que a censura engoliu: era uma mão com o indicador esticado apontando o título. Todos sabíamos que significava "dedo duro". A outra imposição foi o programa "Amaral Netto". Ele era um deputado federal e repórter de televisão. O programa dele foi exigido para divulgar o então chamado "Brasil Grande", mas o Amaral acabou entendendo que isso não daria audiência e fez um programa no estilo "reportagem-documentário" focado mais na natureza brasileira, inclusive com alguns episódios excelentes. Em nenhum momento eu soube de qualquer outro acerto do Walter com o regime. Mesmo porque em todo o tempo da ditadura a Globo e o dr. Roberto Marinho não conseguiram nenhum canal ou benefício do governo. Todas as frequências da Rede Globo foram adquiridas de outros concessionários. Devido a sua constante e grande audiência, a Globo foi mais visada e mais censurada que as outras. Em alguns momentos, como nas "Diretas Já", houve ameaça de cassação da concessão e somente com a interferência do Roberto Irineu Marinho é que o dr. Roberto resolveu enfrentar o governo. De qualquer maneira, dr. Roberto era anticomunista e sempre defendeu a economia de mercado. Mas jamais defendeu a censura ou o controle dos meios de comunicação, pois a liberdade de expressão era uma das paixões de seu espírito jornalístico, mais forte que seu lado de empresário.

A diretora do observatório da censura da USP nos deu uma entrevista dizendo que sempre houve censura no Brasil. Você concorda com essa afirmação?
Concordo totalmente. A diferença é que a classificação de hoje é meramente indicativa e as emissoras são obrigadas a informar o horário da classificação. Mas há mecanismos para se manter no horário. Na prática, o que deixou de existir, no caso do entretenimento, foi a censura prévia, mas não a censura em si. Já o jornalismo, é bom que se diga está, neste momento, inteiramente livre.
"Selva de Pedra" ganhou um remake em 1986, com Tony Ramos, Fernanda Torres, Christiane Torloni e Miguel Falabella nos papeis de Cristiano, Simone, Fernanda e Miro, respectivamente.




terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Equipe de Harry Potter é convocada pela Globo para produzir efeitos de “Saramandaia”


“Saramandaia” um dos maiores investimentos da Globo para atual temporada promete um alto de nível no que se diz respeito a efeitos especiais.
Para se ter uma ideia a Globo convocou a mesma equipe que trabalhou nos efeitos de “Harry Potter” para produzir a novela, a equipe virá diretamente da Europa para cuidar exclusivamente dos efeitos da novela.
O foco principal da equipe, será o professor Aristóbulo Camargo, do Gabriel Braga Nunes, que irá se transformar em lobisomem com muito mais frequência e “realismo” do que na versão anterior da trama.
Um perfil detalhado do personagem já está em poder da equipe de “Harry Potter” que já faz os primeiros estudos.
Apesar de ser um gênero bastante explorado em filmes Americanos e até mesmo em algumas novelas, a Globo espera apresentar algo novo, que impressione o público. “Saramandaia” tem a sua estreia prevista para o começo do segundo semestre.
Fonte: TV FOCO

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A polêmica entrevista de Silas Malafaia garante vice-liderança absoluta da Gabi. Veja o vídeo da entrevista completa aqui.



Neste último domingo, o SBT exibiu uma das melhores entrevista do “De Frente Com Gabi”, com a participação do pastor Silas Malafaia, líder da igreja Assembléia de Deus Vitória Em Cristo. Na ocasião, a entrevista causou muita polêmica, como o homossexualismo, tema tratado na entrevista.
No ar da 0h02 à 1h, Gabi obteve 6.3 pontos, contra 5.9 da terceira colocada e 12.2 da primeira. Cada ponto no Ibope representa 62 mil domicílios na Grande São Paulo.
Para quem não assistiu, o ZANZANDOO disponibiliza o vídeo completo. Confira:


Fontes:

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

SBT vence Fátima Bernardes em Salvador com Carla Perez



A TV Aratu, afiliada do SBT na Bahia, está satisfeita com os índices de audiência que o programa infantil ”Clube da Alegria” vem proporcionando.
atração bateu recorde de audiência no último dia 28, e passou a Fátima Bernardes na capital baiana. O programa infantil marcou 7.4 pontos, com picos de 8.4 pontos, enquanto o ”Encontro com Fátima Bernardes” marcou 6.1, ficando na vice-liderança.
Para comemorar  o sucesso, nas redes socias foi postado pelo perfil oficial da atração uma imagem (acima) comemorando a audiência. Em 2012, o programa com estilo da Xuxa dos anos 90, se consolidou como vice-líder em Salvador.
Fonte: TV FOCO

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

VAI PEGAR FOGO - DE FRENTE COM GABI: Entrevista com Silas Malafaia será exibida neste domingo


O pastor Silas Malafaia gravou com Marília Gabriela na tarde desta quarta-feira, (30), o programa  “De Frente com Gabi” que irá ao ar neste domingo, (03), logo após o “Programa Silvio Santos”. O dia de exibição da entrevista foi confirmada por Silas Malafaia em seu twitter.
Silas Malafaia  é líder da igreja Assembleia de Deus-Vitória em Cristo, além de ser um televangelista, Malafaia é graduado em psicologia. Presidente da editora Central Gospel e  vice-presidente doConselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB).
Fonte: TV FOCO

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

EU INDICO - 666 Park Avenue - Série

A série 666 Park Avenue também está em sua primeira temporada no 9º episódio. Com roteiro instigante a série prende a atenção por conta dos mistérios que norteiam a vida dos moradores de um prédio na cidade de Nova York.

Sinopse:
O drama apresenta Jane (Rachael Taylor, Charlie?s Angels) e Henry (Dave Annable de Brothers & Sisters), um casal que sai do interior para tentar a vida em Nova Iorque. Na cidade grande, eles são contratados como síndicos do Drake, um prédio de apartamentos de um bairro nobre. O que o casal não sabe é que cada morador do prédio tem seus desejos realizados graças a um pacto feito com o Diabo.


Ficou interessante? Clique aqui.

EU INDICO - Arrow - Série.


Pra quem gosta de série de ação, baseado em histórias de super heróis Arrow dos quadrinhos da DC Comics é uma boa pedida. Tenho acompanhado a série está ainda na primeira temporada, 11º episódio.

Sinopse:  Na série, Oliver Queen é um bilionário que sofre um naufrágio e fica preso durante cinco anos numa ilha deserta no meio do Pacífico, onde desenvolveu suas incríveis habilidades com arco e flecha. Quando ele é resgatado, decide evitar os erros do passado e se dar uma chance de mudar. Agora Oliver irá combater o crime e os problemas de Starling City como Arrow, que perde o Green dos quadrinhos da DC Comics. Estão no elenco Stephen Amel, Colin Donnell, Katie Cassidy, David Ramsey, Willa Holland e Colin Salmon. A produção é de Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Andrew Kreisberg.


Ficou interessado? clique aqui

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

No momento que a sociedade clama por paz, para aumentar a audiência autores de novela investem em porrada nas tramas "Salva Jorge" e "Lado a Lado". Morena dá outra surra em Wanda e Isabel desce a porrada em Constância. Será este o caminho?

Logo depois da morte de Jéssica (Carolina Dieckmann) de "Salve Jorge", Morena (Nanda Costa) vai acusar Wanda (Totia Meirelles) de ter cometido o crime na frente de todos. Ela vai ainda dar uma surra na traficante. A cena deve ir ao ar no dia 21 de janeiro.

Vale tudo para aumentar a audiência das novelas da Globo que andam mal no ibope.  Ao invés de tramas realmente interessantes e dinâmicas, num momento em que a sociedade fala e clama pela paz investe-se em porrada. Estranho heim?!


Isabel e Afonso (Milton Gonçalves) chegam ao casarão de Constância (Patrícia Pillar), e a essa altura Laura (Marjorie Estiano) já descobriu que a mãe sustenta um menino chamado Elias. A dançarina confirma que esse é o nome do garoto que ela suspeita ser o filho que roubaram dela. "É o nome de um profeta bíblico. Muito bonito, e muito comum por sinal", defende-se a socialite. Mas quando Isabel revela que Elias fugiu do morro e que estão procurando a criança por todo o Rio de Janeiro, Constância se trai: "O meu Elias, maltratado, perdido?" Isabel explode e derruba a ex-baronesa: "Você roubou meu filho. Você me deixou esse tempo todo acreditando que ele estava morto. Você é a pessoa mais asquerosa que eu já vi no mundo". No ar: 16/1/13 

O que ainda está por vir? Guerra dos sexos? Só falta homem batendo em mulher. 


"Tem vocação para a TV aberta", diz diretor sobre versão de "Gonzaga"

Na minissérie, a trajetória de Luiz Gonzaga é entremeada por conversas dele, já mais velho (Adélio Lima), com seu filho Gonzaguinha (Júlio Andrade), que conviveu pouco com o pai.

De terça a sexta, a Globo vai exibir a minissérie "Gonzaga – De Pai Para Filho", versão para a TV do longa de Breno Silveira. Em quatro capítulos, a produção retrata a relação do rei do baião, Luiz Gonzaga, e seu filho, Gonzaguinha. Com direção de núcleo de Guel Arraes, a minissérie é uma coprodução da emissora com a Conspiração Filmes.
Para Guel, a principal diferença entre o filme e a minissérie é a abrangência. Segundo o diretor, a versão para a TV deve atrair um público maior que o do filme, que levou mais de 1 milhão de espectadores aos cinemas.
"’Gonzaga’ é um filme que tem vocação para a TV aberta. Fala de um ícone da cultura brasileira e do nordeste, que é uma região muito querida. As chamadas, o boca a boca, quem não vê em um dia, vê no outro. A minissérie vai se realizar pela população brasileira ali espelhada", analisou.
Ele explicou que as diferenças técnicas são "relativamente pequenas". "A minissérie tem cenas extras e fizemos pequenas alterações no ritmo. Na TV ficou mais rápido", acrescentou.
Fonte: http://televisao.uol.com.br