Data e Horário
Sábado, 16 de março, 14:00 às 18:00
Local
Palacete das Artes – Rodin BahiaRua da GraçaPalacete das Artes – Rodin Bahia - GraçaTelefone
3117-6987
Preço
Gratuito
Mais informações
Com curadoria de sua filha, Maria de Moraes, o escritor, compositor e poeta Vinicius de Moraes será homenageado na exposição 'Uma Foto para Vinicius de Moraes', organizada pela Salvador Foto Clube. Na mostra serão expostas fotografias, músicas e poemas do artista que completaria 100 anos em 2013.OBS.: Visitação de terça a sexta, 13h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.
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sexta-feira, 15 de março de 2013
Salvador recebe exposição em comemoração aos 100 anos de Vinícius de Morais
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Cursos e Oficinas na Casa dos Artistas em Ilhéus
CURSOS E OFICINAS
As inscrições estão abertas desde o dia 28 de janeiro de 2013 na Casa dos Artistas a partir das 14 horas.
CURSO DE BATERIA E PERCUSSÃO
Prof. Sabará
Sex | 09 às 11h ou 14 às 16h|
Mensalidade: R$40,00
AULAS DE DANÇA AFRO- BRASILEIRA
Prof. Neide Rodrigues
Ter e Qua | 14h30 às 16h ou 16h às 17h30
Mensalidade: R$ 50,00 | Aula Avulsa: R$ 25,00
DANÇA CRIATIVA
Prof. Érica Ocké
Sex |9h30 às 10h15 ou 14h às 14h45 (6 a 9 anos)
10h15 às 11h ou 14h50 às 15h35 (10 a 15 anos)
Mensalidade: R$10,00
Vagas limitadas
OFICINA DE CANTO POPULAR
Técnicas e aperfeiçoamento da voz
Profª Eloah Monteiro
Seg e Qua | 18h30 |
Mensalidade: R$ 50
Prof. Sabará
Sex | 09 às 11h ou 14 às 16h|
Mensalidade: R$40,00
AULAS DE DANÇA AFRO- BRASILEIRA
Prof. Neide Rodrigues
Ter e Qua | 14h30 às 16h ou 16h às 17h30
Mensalidade: R$ 50,00 | Aula Avulsa: R$ 25,00
DANÇA CRIATIVA
Prof. Érica Ocké
Sex |9h30 às 10h15 ou 14h às 14h45 (6 a 9 anos)
10h15 às 11h ou 14h50 às 15h35 (10 a 15 anos)
Mensalidade: R$10,00
Vagas limitadas
OFICINA DE CANTO POPULAR
Técnicas e aperfeiçoamento da voz
Profª Eloah Monteiro
Seg e Qua | 18h30 |
Mensalidade: R$ 50
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Documentário “Tropicália” debate e ilustra o movimento liderado por Gil e Caetano
O que foi a Tropicália?
A música de Caetano Veloso e Gilberto Gil? Gal como porta voz dos baianos? Um disco coletivo que convidou Tom Zé e Nara Leão? Mutantes e sua influência roqueira? O iê-iê-iê de Roberto Carlos e sua turma? Chacrinha e suas fantasias? Glauber Rocha e o Cinema Novo? As instalações de Helio Oiticica? O teatro de José Celso Martinez Corrêa?
Muitas perguntas. Todas respondidas pelo documentário Tropicália, que chega aos cinemas no próximo dia 14 de setembro. Com direção de Marcelo Machado, o filme relata, através de depoimentos (de arquivos ou atuais), as influências do movimento, seus desdobramentos e seu sufocamento. O foco, claro, está em Gil e Caetano, os dois artistas nos quais a Tropicália alcançou a sua consagração popular e, segundo depoimento do próprio Gil, transformou-se em “Tropicalismo”.
“Tropicália era uma ilha, uma utopia. Tropicalismo foi um grupo, um movimento”, diz Gil. A diferença fica mais clara ao longo das declarações de nomes como Tom Zé, Gal Costa, Rita Lee, Arnaldo e Sergio Baptista, Guilherme Araújo, Rogério Duprat, e principalmente de Helio Oiticica, Glauber Rocha e do artista gráfico Rogério Duarte. Este último com excelentes pontuações e uma lucidez capaz de fazer qualquer ‘ficha cair’.
Além da (deliciosa) discussão ‘cabeça’ do que era de fato a Tropicália, o documentário traz um farto material em fotos e imagens. Muitas delas inéditas ou desconhecidas do grande público, como uma apresentação de Gil e Caetano em uma TV portuguesa em 1970.
Outra imagem que deve chamar a atenção do público é a que mostra a participação de Gil e Caetano no festival da Ilha de Wight, na costa sul inglesa. O vídeo foi cedido pelo documentarista inglês Murray Lerner. Nem o próprio Caetano sabia da existência das imagens. Nelas, o baiano, em ‘puro êxtase’, estado parecido com o de Gil, canta “Shoot Me Dead”.E, nesse momento, dá vontade de abrir um buraco no chão do cinema. Não pela atuação dos músicos brasileiros, claro. Dá é vergonha de constatar algo: enquanto o governo (militar) brasileiro queria jogar Gil e Caetano para o esquecimento, o mundo estava a fim de ouvir o que os baianos tinham para dizer. Neste festival de Wight, um locutor declara: “Esse grupo do Brasil está aqui porque não pode fazer música em seu país. Mas aqui eles podem”.
Algo semelhante acontece em um programa na TV francesa no qual Caetano é convidado para se apresentar. Ela faz uma linda versão de “Asa Branca”, clássico do repertório de Luiz Gonzaga.
Mas, como bem diz Tom Zé no filme: “eles estavam presos, exilados, mas as canções deles estavam por aí”.
As canções deles estavam e estão por aí. E Tropicália relata um momento em que o caldeirão estava fervendo. Gil com a ideia de misturar rock e ritmos nordestinos, Caetano e sua poesia vibrante, a MPB de Elis e Edu Lobo protestando contra as guitarras elétricas, os festivais de música, a televisão dando espaço para o novo.
Vale pela história, pelos artistas, pela música, pelas imagens. Como disse o próprio Caetano, em recente composição feita para Gal Costa: “Coisas sagradas permanecem /Nem o Demo as pode abalar”.
(Danilo Casaletti)
Fonte: Revista Época
terça-feira, 29 de maio de 2012
Ariano Suassuna vai representar o Brasil na disputa pelo Prêmio Nobel de Literatura de 2012
O escritor Ariano Suassuna vai ser o candidato brasileiro na disputa
pelo Prêmio Nobel de Literatura de 2012. O autor paraibano de obras como
O Auto da Compadecida e A Pedra do Reino teve a indicação aprovada pela Comissão de Relações Exteriores do Senado.
"A vida e a obra de Ariano Suassuna contêm expressão filosófica que
transpõe as limitações temporais e de gerações, atingindo todos os
públicos e transportando-se pelos mais diversos e modernos meios de
comunicação”, disse o senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), que sugeriu o
nome de Suassuna à disputa pelo prêmio.
Entre os escritores brasileiros que já foram indicados à Academia Sueca
estão Jorge Amado (1967), Guimarães Rosa (1966), o poeta Jorge de Lima
(1958), que não pode entrar na competição por que morreu em 1953 e o
Nobel só concede prêmio a personalidades em vida, Ferreira Gullar (2002)
e João Ubaldo Ribeiro (2010). Nenhum brasileiro jamais foi laureado com
o prêmio.
Fonte: Veja on line
quinta-feira, 29 de março de 2012
DICA DE EXPOSIÇÃO: Saveiros da Baía - Bel Borba
Fotografia
Escultura
Pintura
LIVRE
Exposição de obras do artista plástico Bel
Borba, feitas a partir de restos de saveiros, que é o tema da mostra.
São 5 painéis, 20 esculturas de pequeno e médio portes, 30 desenhos e
gravuras, uma série de fotografias intitulada “Cidadão Maragojipano”,
pinturas e uma escultura grande.
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