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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Lucas Santtana lançará quinto disco em download gratuito

O cantor e compositor baiano Lucas Santtana disponibilizará seu quinto álbum, batizado de "O Deus que Devasta Mas Também Cura", para download gratuito.
A partir desta terça-feira, 28, às 14 horas, o trabalho estará disponível na página do Facebook do cantor.
Composto por faixas autorais e também releituras, entre elas a canção “Músico”, de Tom Zé, Herbert Vianna e Bi Ribeiro, "O Deus que Devasta Mas Também Cura" contará com participações especiais de Céu, Curumin, Kassin e Gui Amabis.
O show de lançamento do disco acontece no dia 30 de março, no Teatro do Sesc Vila Mariana, em São Paulo. Na ocasião, Luscas receberá o maestro Letieres Leite, da Orkestra Humpilezz.

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Antes do Oscar, Carlinhos Brown recebe homenagem em Los Angeles

Carlinhos Brown nem atravessou o tapete vermelho da cerimônia do Oscar ainda e já está sendo paparicado em Los Angeles. Ontem, o músico recebeu uma homenagem na prefeitura da cidade. A cerimônia foi organizada pelo vereador Tom Labonge, responsável pelas ações de cooperação internacional com a América Latina. Em seu discurso, o Cacique do Candeal ressaltou a importância da miscigenação e agradeceu por Los Angeles receber tão bem os mestres de capoeira e dançarinos baianos. Brown concorre ao Oscar de melhor canção original com Real in Rio, que ele compôs em parceria com Sergio Mendes. A entrega das estatuetas é domingo.

Por falar em Brown...A paulistana Luzia Dvorek escolheu o estúdio Ilha dos Sapos, de Carlinhos Brown, no Candeal, para gravar seu primeiro CD. O Cacique do Candeal participa do disco, tocando percussão em duas músicas. A cantora incluiu Pestaneja, de Brown, no repertório. “Ele sempre foi uma referência estética e musical para mim”, diz. 

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Bissexualidade, o sexo do futuro?

Regina Navarro Lins: "Eles são apontados como indecisos, mas a preferência não é um estágio"

Cíntia está casada há onze anos e tem três filhos. Procurou terapia por se sentir confusa, sem saber o que decidir da sua vida. “Amo meu marido, sempre tivemos um ótimo sexo, e não quero me separar dele. Só que aconteceu algo totalmente inesperado. Nunca havia me passado pela cabeça que eu poderia me interessar por uma mulher. Só que conheci Cris e me apaixonei. Começamos a fazer um curso de especialização juntas. Diversas vezes fui à sua casa fazer trabalhos do curso. Um dia, quase que por acaso, nos beijamos. Fiquei bastante assustada com meus próprios desejos, mas mesmo assim resolvi ir em frente. Estamos tendo uma relação maravilhosa, de muito amor e muito sexo. Às vezes, nem acredito que isso está acontecendo comigo.”

As estatísticas mostram que a grande maioria já sentiu, de alguma forma, desejo por ambos os sexos. Pesquisas indicam que nos Estados Unidos mais de 40% dos homens casados, durante toda a vida de casados, se envolveram em sexo com outros homens. Entretanto, os que transam com os dois sexos sempre foram acusados de indecisos, de estar em cima do muro, de não conseguir se definir. Os heterossexuais costumam ver a bissexualidade como um estágio e não como uma condição alcançada na vida. Muitos gays e lésbicas desprezam os bissexuais acusando-os de insistir em manter os “privilégios heterossexuais” e de não ter coragem de se assumir. Não concordo com essas afirmações por me parecerem preconceituosas.
O fato é que nunca se falou tanto em bissexualidade como dos anos 90 para cá. A manchete de capa da revista americana Newsweek de julho de 1995 era: “Bissexualidade: nem homo nem hetero. Uma nova identidade sexual emerge.” A atriz americana Jodie Foster teve seu desejo sexual por mulheres revelado num livro escrito por seu próprio irmão. Entrevistada pelos jornais, declarou: “Tive uma ótima educação, que nunca me fez diferenciar homens e mulheres.” Essa discussão existe desde a década de 70. A Newsweek de 27 de maio de 1974 trouxe uma matéria em que a cantora Joan Baez declarava que um dos maiores amores de sua vida havia sido uma mulher e que, após quatro anos de relacionamentos exclusivamente lésbicos, estava namorando um homem.
Dois psiquiatras com pontos de vista opostos foram chamados a comentar o assunto. “A bissexualidade é um desastre para a cultura e a sociedade”, proclamou um, enquanto o outro, presidente eleito da Associação Psiquiátrica Americana, anunciou: “Está chegando o ponto em que a heterossexualidade pode ser vista como uma inibição”. Na mesma semana a revista Time descreveu num artigo chamado “Os novos bissexuais” os triunfos e os fracassos desse fenômeno sexual, indo das biografias de atrizes e escritores consagrados ao surgimento de romances, memórias e filmes bissexuais.
Seríamos todos bissexuais dependendo apenas da permissividade da cultura em que vivemos? O pesquisador americano Alfred Kinsey acredita que a homossexualidade e a heterossexualidade exclusivas representam extremos do amplo espectro da sexualidade humana. Para ele a fluidez dos desejos sexuais faz com que pelo menos metade das pessoas, sintam, em graus variados, desejo pelos dois sexos. Em 1948, ele desenvolveu a famosa escala Kinsey para medir a homo, a hetero e a bissexualidade. Entrevistando doze mil homens e oito mil mulheres, elaborou uma classificação da sexualidade de zero a seis:
(0) Exclusivamente heterossexual.
(1) Predominantemente heterossexual, apenas incidentalmente homossexual.
(2) Predominantemente heterossexual, mais do que eventualmente homossexual.
(3) Igualmente heterossexual e homossexual.
(4) Predominantemente homossexual, mais do que eventualmente heterossexual.
(5) Predominantemente homossexual, apenas incidentalmente heterossexual
(6) Exclusivamente homossexual.
Na pesquisa feita pelo americano Harry Harlow, mais de 50% das mulheres, numa cena de sexo em grupo, se engajaram em jogos íntimos com o mesmo sexo, contra apenas um por cento dos homens. Entretanto, quando o anonimato é garantido a proporção de homens bissexuais aumenta a um nível quase idêntico.
Muitos afirmam que romperiam um namoro ou casamento se descobrissem que seus parceiros são bissexuais. Mas isso é uma questão cultural, portanto, passível de mudança. Na Grécia Clássica (século V a.C.) a iniciação sexual de um jovem se dava com o seu tutor. E era considerado natural que os cidadãos gregos casados e respeitáveis tivessem relações sexuais com as esposas, as concubinas, as cortesãs e os efebos (jovens rapazes).
A respeitada antropóloga Margareth Mead declarou: “Acho que chegou o tempo em que devemos reconhecer a bissexualidade como uma forma normal de comportamento humano. É importante mudar atitudes tradicionais em relação à homossexualidade, mas realmente não conseguiremos retirar a carapaça de nossas crenças culturais sobre escolha sexual se não admitirmos a capacidade bem documentada (atestada no correr dos tempos) de o ser humano amar pessoas de ambos os sexos.”
Marjorie Garber, professora da Universidade de Harvard, que elaborou um profundo estudo sobre o tema, compara a afirmação de que os seres humanos são heterossexuais ou homossexuais às crenças de antigamente, como: o mundo é plano, o sol gira ao redor da terra. E pergunta: “Será que a bissexualidade é um ‘terceiro tipo’ de identidade sexual, entre a homossexualidade e a heterossexualidade — ou além dessas duas categorias?” Acreditando que a bissexualidade tem algo fundamental a nos ensinar sobre a natureza do erotismo humano, ela sugere que em vez de hetero, homo, auto, pan e bissexualidade, digamos simplesmente ‘sexualidade’.
Será que o amor pelos dois sexos se tornará uma opção cada vez mais comum a ponto de predominar? A bissexualidade, como muitos afirmam, será mesmo o sexo do futuro?

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Comentário do filme: Sexo sem compromisso


Uma comédia romântica de um roteiro batido e previsível. O filme não traz muitas novidades no modelo, "vamos fazer sexo sem compromisso, depois nos apaixonados e no final surge uma grande história de amor". Apesar de tão previsível o filme tem cenas engraçadas, mas peca em reflexões superficiais sobre relacionamento. Nem parece que foi a mesma atriz que fez Cisne Negro.
Achei bem água com açúcar, fará muito sucesso na sessão da tarde kkkk.

Osvaldo Martins

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pôneis Malditos da Nissan voltam em novo comercial

Depois de virarem hit no ano passado – e grudarem o jingle na cabeça de muita gente –, os coloridos Pôneis Malditos da Nissan voltam ao ar a partir desta sexta-feira em um novo comercial para promover o modelo Frontier 2013 (confira o vídeo).
No filme, de 30 segundos, os pôneis aparecem em um ambiente baseado nas antigas batalhas épicas. Embalados pela “Cavalgada das Valquírias”, os personagens lançam flechas, que resultam em uma explosão de purpurina sobre o motorista da picape atolada.
“Os Pôneis Malditos foram o grande sucesso de 2011. E, como todo sucesso, merecem continuação: Pôneis Malditos 2”, declara Manir Fadel, vice-presidente de criação da Lew’Lara\TBWA, agência de publicidade que detém a conta da Nissan.
A segunda maldição – Além da versão para TV, a montadora criou, assim como da outra vez, uma versão estendida do comercial para internet (veja o comercial na íntegra). Assim que o filme termina, é possível ver na tela um botão escrito “não clique”.
Caso o internauta não siga o conselho, será atingido por mais uma maldição lançada por um pônei diabólico, que “hipnotizará” quem estiver do outro lado da tela. Na última cena do comercial, um link direciona o usuário para um aplicativo no Facebook, que gera “memes” – referências engraçadas que se espalham pelas redes sociais – nas páginas de amigos selecionados.
Carnaval – A "aparição" mais recente dos pôneis, uma ação que preparou o público para o retorno dos personagens, havia sido durante o carnaval deste ano, quando a montadora lançou versões do jingle em ritmos de samba, marchinha, axé e frevo para download.
Lançada em julho do ano passado, a primeira campanha "Pôneis Malditos" foi um dos assuntos mais comentados em blogs e redes sociais na época. Quando agosto terminou, a picape Frontier promovida pelo filme já havia batido recorde de vendas no Brasil. Foram comercializadas 5.375 unidades, 81% a mais que o mesmo período de 2010.

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Michel Teló inicia turnê na Europa como o mais baixado em 9 países

Hit 'Ai, se Eu te Pego' ainda está entre os três primeiros colocados na Espanha e em Portugal, onde sertanejo faz primeiro show, na noite desta sexta-feira

O sertanejo Michel Teló dá partida em sua turnê europeia, nesta sexta-feira, em boa situação no continente. O hit Ai, se Eu te Pego é o mais baixado pelo iTunes em nove países e ocupa as primeiras posições na Espanha (segundo lugar) e em Portugal (terceiro), onde o paranaense faz o primeiro show, com transmissão ao vivo pela página do cantor no Facebook, a partir das 20h, direto de Lisboa.
De Portugal, o cantor segue Inglaterra, Luxemburgo, Espanha, Suíça, Holanda e Itália. Não por acaso, os países onde está bem cotado. 
Estouro mundial desde que Ai, se Eu te Pego foi dançada pelo português Cristiano Ronaldo, na comemoração de um gol do Real Madrid, e que a revista americana Forbes dedicou espaço a ele em seu site, Teló passou dos 190 milhões de visualizações no Youtube com o vídeo da música. Isso só na página oficial do clipe, que foi replicado por usuários na rede de compartilhamento de vídeos.
Pelo visto, o Ai, se Eu te Pego de Michel Teló já pegou todo mundo.
 
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Comentário Viagem 2 - A ilha misteriosa - Bom entretenimento.

Um filme que é puro entretenimento, mas bem feito, uma história amarrada numa aventura envolvente. Só não vá esperando um grande filme reflexivo até porque essa não é a proposta do roteirista.
Os efeitos especiais são ótimos, algumas cenas são engraçadas, uma boa pedida para um fim de tarde.
APROVADO.

Comentário Motoqueiro fantasma 2


Fui assistir esse filme em pleno Carnaval de Salvador. Apesar do 1º filme ter sido bom, sempre fico com o pé atraz quando o protagonista é Nicolas Cage. Mas, como estava com uma boa companhia fui ver o tal do Motoqueiro Fantasma 2. O filme é no mínimo  estranho, todo suspense e clima tenso existente no primeiro foi substituido por um besterol de primeira linha. Tem momentos que eu não sei se estava assistindo o Máscara ou o Motoqueiro Fantasma, as caras e bocas de Nicolas Cage eram bem engraçadas. O filme tem até momentos bizarros como urinar fogo (isso só assistindo pra ver  kkkkk). Era visível a cara de decepção das pessoas que saíam do cinema. Enfim, só me fez confirmar o seguinte: espero não assistir mais filmes com Nicolas Cage...kkkkk.


domingo, 12 de fevereiro de 2012

Em novo álbum, Céu faz viagem cinematográfica pelo Brasil

Terceiro disco abandona a sofisticação jazzística e propõem som rústico. Influenciada pela lambada e o brega, ‘cada música vira um conto’, diz ela.


"Caravana Sereia Bloom" transforma a lambada e o brega em cult (Foto: Renan Costa Lima)
O beat jamaicano e a cara hippie - habituais dos dois primeiros discos da cantora - saem de cena. O teclado deixa a afinação jazzística e incorpora um som mais “fuleiro.” No novo trabalho, o terceiro da carreira, Céu quer transformar a música em um conto, uma prosa.
“Talvez eu esteja mais próxima do popular neste trabalho. Ouvi muita lambada e brega, descobri coisas lindas. Mas não acho que abandonei a pegada reggae. Talvez esteja apenas menos marcante.Fiz um disco bem misturado, tem um pouco de tudo.”
“Caravana Sereia Bloom” é uma ode ao cinema, principalmente aos road movies. O nome presta uma homenagem ao longa de Cacá Diegues, "Bye Bye Brasil", e propõe uma viagem por botecos de beira de estrada.
“Parece mesmo essas músicas bregas que a gente escuta em bares na estrada. É uma viagem ao norte e nordeste do país. Quis sair da minha zona de conforto e fazer um som mais imagético. A estrada e o cinema são os temas principais.”
Os dois motes estiveram presentes na vida da cantora durante os últimos anos. Sem gravar um CD desde 2009, quando lançou o “Vagarosa”, Céu fez inúmeras participações em trabalhos alheios e emprestou a voz às trilhas nos cinemas. O filme "Cidade Baixa", de Sergio Machado, foi um deles. “Eu sou arroz de festa, adoro participar da produção de colegas, amigos. Fiz muita coisa relacionada ao cinema e essa relação foi se estabelecendo.”
A versatilidade disponível de Céu foi recentemente aproveitada pela gravadora Universal, que convidou a cantora para uma ainda não divulgada homenagem a Caetano Veloso. “Fui chamada para participar de um álbum comemorativo. Escolhi uma das músicas que mais gosto dele e fiz uma versão puxada para o brega. Ficou super diferente.”
A trupe
A "Caravana Rolidei" de Céu é uma rede colaborativa. Produzido por Gui Amabis, marido da cantora, o álbum tem participações de músicos como Pupillo, Curumin, Lúcio Maia e as vozes de Negresko Sis - Anelis Assumpção e Thalma de Freitas.
O pai da cantora, o músico e compositor Edgard Poças – criador do grupo infantil Balão Mágico – também participa do disco. Ao lado da filha, ele fez uma releitura para “O Palhaço”, de Nelson Cavaquinho. O convite partiu de Céu, que queria transformar a canção em uma espécie de “respiro” no CD. “A ideia era fazer um palhaço no estilo Fellini (cineasta italiano) e meu pai entendeu completamente o que eu queria. Pedia uma melodia de valsa, não um samba. Gravamos uma vez só.”
O disco foi maturado ao longo de um ano, mas produzido rapidamente. Em aproximadamente três semanas o material já estava finalizado.
Respeitável público
Para aproximar as pessoas de seu processo criativo, Céu fez uso do Garage Band, programa de música da Apple, queridinho também de Chico Buarque. A ideia era experimentar mais, e fazer um "recorte e cole" de sons. “Eu adoro o Garage. Acho genial. É um diário, registro de músicas que me aproxima do meu público.”
O uso do software não é a única novidade. Anos depois de debochar de um produtor que lhe pediu para gravar em inglês, Céu resolveu incluir duas músicas da língua estrangeira - "Fffree" e o reggae "You won't regret it" - no novo trabalho. A iniciativa, apesar da aceitação no mercado internacional, foi despretensiosa e não estratégica, garante ela.
“Eu era rebelde, achei um absurdo o pedido e disse que jamais faria. Mas encomendei uma música pro Lucas Santtana e ele fez em inglês. Foi tudo por acaso, nada pensado. Mas hoje acho a língua inglesa muito musical, linda.”
A turnê do novo álbum começa em São Paulo. Céu leva sua batida mambembe para o Sesc Vila Mariana nos dias 10 e 11 de Março. Depois, embarca para a Europa, onde passará 40 dias divulgando o novo trabalho. Na volta, no dia 5 de maio, canta no Circo Voador, no Rio de Janeiro e espera percorrer o "regionalismo brasileiro" até o final do ano.

 g1.globo.com

 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Em 2012 acerto no alvo. Acesse o blog: jrbmartins.blogspot.com

Depois de Férias excelentes. Estou de volta em 2012 com muito mais novidades e atualizações. Abraços a todos e excelente 2012.