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domingo, 15 de julho de 2012

Pesquisa nos Estados Unidos divulga os 10 países mais promíscuos do mundo

Talvez surpreenda, mas o Brasil, país do carnaval, das praias e da mulher pelada, não está entre eles. A gente dá as caras no 18º lugar entre as nações cujos habitantes têm mais parceiros sexuais ao longo da vida, acima de países como Austrália (20º) e Estados Unidos (22º), mas numa posição mais contida do que as do pessoal da Alemanha (12º) e da Suíça (15º), por exemplo.
O ranking é da Universidade de Bradley, nos EUA, e levou em conta o comportamento de cerca de 15 mil pessoas de 48 países ao redor do globo. Durante a pesquisa, os especialistas confirmaram, ainda, crenças populares como a de que os homens são mais saidinhos do que as mulheres na hora de se relacionar com muita gente em pouco tempo. São mesmo.
Olha o top 10 aí. O estudo, na íntegra, você encontra aqui.
1. Finlândia
2.
Nova Zelândia
3.
Eslovênia
4.
Lituânia
5.
Áustria
6.
Letônia
7.
Croácia
8.
Israel
9.
Bolívia
10.
Argentina
E aí, já começou a planejar a viagem?

Fonte: Revista Super Interessante

Você sabia? Pensar em sexo deixa você mais inteligente

Já viu essa? A dica é do pessoal da Universidade de Amsterdã (Holanda).
Primeiro, eles fizeram parte dos voluntários, homens e mulheres, pensarem em sexo. Depois, colocaram todo mundo para resolver problemas de lógica e matemática. E, surpresa, o desempenho dos que estavam com ideias safadinhas na cabeça foi melhor.
É que, segundo os cientistas, quando pensamos em sexo, nosso cérebro ativa uma área “projetada” pela evolução para ajudar a gente a se reproduzir. Daí em diante, começamos a prestar mais atenção nas outras pessoas, a achá-las especialmente atraentes, a tentar identificar sinais de interesse sexual quando flertamos com alguém, e por aí vai.
Essas mudanças mentais, que acontecem naturalmente para favorecer a reprodução, intensificam a nossa atenção e o nosso foco nos detalhes, o que deixa a percepção mais afiada e acaba favorecendo também o raciocínio, explica o estudo. Olha que beleza.

Fonte: Revista Super Interessante

Dormir de conchinha diminui o estresse

Aproveitou a noite passada para dormir junto com alguém? E aí, acordou feliz? Se a ciência tivesse que fazer uma aposta, ela diria que hoje você está bem mais relaxado. Ainda nesse embalo de amor do Dia dos Namorados, o CIÊNCIA MALUCA traz uma notícia boa: dormir de conchinha alivia o estresse.
E a culpa disso é dos hormônios. Segundo pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, dormir ao lado do parceiro diminui o nível de cortisol no sangue – o hormônio do estresse.
Isso porque você se sente mais protegido e seguro quando dorme com alguém. Aí, o corpo, relaxado, não vê muito sentido em produzir tanto cortisol (hormônio liberado em situações de risco, quando o organismo fica em alerta, pronto para correr ou lutar contra o perigo).
Além de diminuir o estresse, dormir de conchinha também estimula a produção de ocitocina (liberado, principalmente, durante o sexo). A vantagem é que este hormônio combate inflamações e ajuda o sistema digestivo a funcionar melhor.
Tudo muito lindo, mas fica a pergunta: será que se sua companhia for do tipo que ronca muito, o resultado vai ser o mesmo?

Fonte: Super Interessante

Um em cada três solteiros trocaria sexo por comida

Dá para imaginar um ano inteiro sem sexo? E sem aquela torta de chocolate sensacional? Segundo o site Match.com, se fosse preciso escolher, um a cada três solteiros acharia melhor passar um ano sem sexo a dispensar o prato de comida preferido.
E as mulheres aparecem como as mais propensas a dar preferência à comida. Entre as entrevistadas, 39% dispensariam o sexo – entre os homens, apenas 16% tinham a mesma opinião.
Aí você pode pensar: tudo bem, os solteiros nunca sabem quando vão conseguir sexo, então melhor apostar na comida. Afinal, as duas coisas podem aumentar a produção de substâncias de bem-estar e prazer, como a serotonina. Mas e quanto aos casais? Entre os 3,5 mil participantes que diziam estar em um relacionamento sério, 28% sofreriam menos com a ausência de sexo do que se fossem obrigados a não comer o prato preferido, durante um ano. (Já pensou como anda a vida sexual desse pessoal?)
No topo da lista, o chocolate é a comida mais votada para substituir o sexo (26%). Em seguida, aparecem bifes, pizza, bolachas, sorvete – até as frutas e saladas (!) foram citadas.
Alguém concorda com essa minoria? O que você trocaria por sexo? Deixe seu comentário.

Fonte : Revista Super Interessante

Segundo pesquisa namorar te faz perder dois bons amigos. Você concorda?

Já cansei de ouvir amigos se lamentarem quando um parceiro começa a namorar: “perdemos mais um, cara”. Só que essa bobeira misturada com ciúmes tem, segundo a ciência, um fundinho de verdade.
Na Inglaterra, um grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford perguntou a 540 participantes sobre o círculo de amigos mais chegados – como ele mudou quando começaram a namorar. E, em geral, os entrevistados relataram a perda de dois grandes amigos durante o romance.
Parece pouco perto dos seus 300 amigos do Facebook e dos colegas de boteco? Então pare e pense: quantos deles aguentam ouvir suas lamúrias sobre a faculdade, inseguranças, trabalho, família? E quantos deles toleram seus dias de mau humor ou têm paciência para ver e ouvir as histórias de cada uma das 542 fotos da sua última viagem? Poucos, certo? Bom, segundo a pesquisa, temos, em média, cinco grandes amigos assim. Aí se afastar de dois deles parece um desperdício e tanto, não?
Mas ninguém faz por mal. A culpa é desse apego aos amantes. Você se dedica a eles: troca a balada pelo cinema; o carnaval em São Luiz do Paraitinga por uns dias de descanso a dois na praia. E aí os amigos começam a aparecer em segundo plano e ficam cada vez mais distantes.
De qualquer forma, dizem que os bons amigos sempre ficam. Só não parece uma boa ideia abusar da paciência deles. Vai que o amor acaba e as amizades também…

Você concorda com a pesquisa? Deixe seu comentário...

Fonte: Revista Super Interessante.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

De novo? Virou febre! Versão de "A Bela Adormecida" com Angelina Jolie será lançada em 2014


Parece que a onda do cinema agora é reinventar os clássicos infantis, até agora nenhum deles me conveceu, muito pelo contrário a frustação é grande e esse com Angelina Jolie, fazendo cara de sexy, a previsão é que não será muito diferente.

Osvaldo Martins.

A Disney definiu 14 de março de 2014 como a data de estreia de "Maleficent", versão de "A Bela Adormecida" contada do ponto de vista da bruxa. O filme vai concorrer com a animação da DreamWorks "Mr. Peabody and Sherman" e com o sci-fi "Invertigo", que chegam aos cinemas norte-americanos na mesma data.
Em "Maleficent", Angelina Jolie interpreta Malévola, a bruxa má que planeja a maldição da princesa Aurora, condenada a um sono profundo.
Filmado em live-action, o longa vai explicar o que motivou Malévola a enfeitiçar Aurora. A direção é do estreante Robert Stromberg.

Fonte: cinemauol.com.br

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Branca de Neblina - por Osvaldo Júnior

Um filme, no mínimo nebuloso. A tentativa de tornar uma história boba em algo sério é realmente algo preocupante. A história de Branca de Neve é bem bestinha e sem graça e assim deve continuar sendo. O filme "Branca de Neve e o Caçador" é uma dessas tentativas de reinventar uma história cansativa, utilizando grandes personalidades do cinema atual e efeitos especiais, dentro de um roteiro falho e desinteressante. Efeitos especiais e atores renomados realmente não faz o cinema acontecer. Achar que esses recursos fazem um grande filme é realmente problemático. Já que a intensão era fazer algo diferenciado seria mais interessante investir em um bom roteiro. A "Bela" do crepusculo continua sendo a bela, chata e sem graça, "Thor"(Chris Hemsworth) o bonitão que continua utilizando uma espécie de machado e uma Bruxa também chata, mas bem interpretada pela atriz (Charlize Theron) que tenta salvar o quase insalvável. Enfim,não vale a pena mesmo ir ao cinema assistir o filme. Quer ver Branca de Neve? "Espelho, espelho meu" é bestinha também, mas foi mais fiel a história original, explora mais o mundo da imaginação de maneira interessante e ainda bem a boa atuação de Julia Roberts.

Osvaldo Martins Júnior

quarta-feira, 20 de junho de 2012

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Maria Rita fará mais shows cantando Elis Regina

A produção de Maria Rita divulgou nesta quarta-feira (13) novas datas de shows no site oficial da cantora. Embora a página traga o aviso “mais ‘infos’ em breve”, trata-se de novas apresentações do show Viva Elis, um tributo de Maria Rita para sua mãe, Elis Regina (1945-1982).
De acordo com o que foi divulgado, já há datas agendadas para Belém (23 de junho), Recife (14 de julho), Natal (15 de julho), Rio de Janeiro (2, 3 e 4 de agosto) e São Paulo (10 e 11 de agosto e 1 de setembro). Desta vez, as apresentações serão em casas de shows, com venda de ingressos.
Idealizado pelo filho mais velho de Elis, João Marcello Bôscoli, o projeto foi concebido inicialmente para cinco apresentações. Elas aconteceram em Porto Alegre (24 de março), Recife (1 de abril ), Belo Horizonte (8 de abril), São Paulo (5 de maio) e Rio de Janeiro (13 de maio). Os shows, todos ao ar livre e com entrada gratuita, reuniram um grande público. Na capital gaúcha, terra natal de Elis, Maria Rita levou cerca de 60 mil pessoas ao Anfiteatro Pôr-do-Sol, às margens do Rio Guaíba. Em São Paulo, 50 mil pessoas assistiram à cantora no Parque da Juventude.
Além das apresentações, o projeto inclui uma exposição multimídia que conta a vida e a obra de Elis. A mostra já passou por São Paulo, onde recebeu um público de 30 mil pessoas, e, desde o dia 9 de junho, está em Porto Alegre, onde fica até 15 de julho.
Depois de quatro discos e três DVDs pela Warner Music, Maria Rita está de gravadora nova. Agora a cantora é da Universal Music, gravadora onde Elis registrou a maior parte de sua obra (na época, chamada de Philips). Especula-se que o primeiro lançamento pela nova gravadora seja o CD e DVD com o registro do projeto Viva Elis. Um outro trabalho já estaria previsto para 2013.
Além das novidades profissionais, a cantora confirmou, na última segunda-feira (11), que está grávida. O bebê é o primeiro filho de seu relacionamento com o músico Davi Moraes. Maria Rita já é mãe de Antônio, de oito anos, de sua relação com o cineasta Marcus Baldini.

Fonte: Época On line

A dublagem venceu as legendas

Com a procura cada vez maior por versões com voz em português, filmes e séries legendados (uma tradição brasileira) estão ameaçados de desaparecer.

Durante muito tempo, assistir a um filme estrangeiro no cinema significava se preparar para uma longa sessão de leitura. À exceção dos desenhos animados e de algumas produções infantis, os filmes dublados só encontravam espaço na televisão aberta. Nos últimos anos, a tradição começou a mudar. Para conquistar um público maior, os cinemas têm apostado nas versões dubladas. Dependendo do filme, encontrar uma sessão legendada pode ser difícil.
A estreia de Os vingadores, o principal lançamento do ano até agora, mostra essa mudança em números. Das 1.152 cópias do filme lançadas no Brasil, 673 eram dubladas. O filme superou os R$ 110 milhões de faturamento, a maior bilheteria da história dos cinemas brasileiros. A superprodução adolescente Crepúsculo: amanhecer – parte 1, lançada no ano passado, também seguiu a estratégia. Quase dois terços das cópias lançadas eram dubladas, e elas faturaram mais que as versões legendadas.
O triunfo da voz sobre a palavra escrita reflete uma nova demanda dos espectadores. Segundo o Instituto Datafolha, 56% dos frequentadores de cinema preferem filmes dublados. A ascensão de uma nova classe média, que passou a frequentar os cinemas recentemente, explica a mudança do gosto. “Essas pessoas estavam acostumadas a filmes dublados na televisão aberta e querem o mesmo nos cinemas”, afirma Cesar Silva, diretor-geral da distribuidora Paramount no Brasil.
Um filme como Os vingadores, que tem muita violência e pouca conversa, contém 50 mil caracteres de legenda, equivalentes a 30 páginas de livro. Em duas horas, é muita leitura para quem não está acostumado.
Os canais de televisão por assinatura também adaptaram sua programação. Personagens de séries antes legendadas, como o drama Grey’s anatomy, aprenderam a falar português. Os filmes também passaram a ser dublados. A rede Telecine adotou o áudio em português como primeira opção em quatro de seus canais. Caso o assinante prefira a versão legendada, deve fazer a escolha com o controle remoto. Assim como no cinema, a mudança tem a ver com o crescimento do público. “Há quatro anos, a televisão por assinatura tinha 4 milhões de assinantes. Hoje tem 13 milhões”, diz Manoel Rangel, diretor-presidente da Agência Nacional de Cinema. “Deixou de ser um serviço para poucos.”
Embora as mudanças possam causar estranhamento em parte do público, o sucesso dos filmes dublados é comum no mundo todo. Em países como Alemanha e Itália, é difícil encontrar uma sessão legendada nos cinemas. Na Espanha, a preferência por dublados é fruto de uma decisão política. Em 1941, sob a justificativa de defesa do idioma, o ditador Francisco Franco promulgou uma lei que obrigava a dublagem de todos os filmes estrangeiros. A obrigatoriedade desapareceu em 1946, mas o hábito não.
Em países como Alemanha e Itália, é difícil encontrar uma sessão legendada nos cinemas 
Por vontade própria ou por decreto, abrir mão das legendas pode até ser uma experiência prazerosa. Ao optar por ouvir, o espectador volta sua atenção para detalhes do filme, como o cenário, as expressões faciais ou o figurino dos personagens. A tradição brasileira de dublagem ajuda. Ao contrário dos dubladores de países hispânicos, que enchem de drama latino a interpretação de seus personagens, os brasileiros tentam reproduzir o tom dos atores originais. “Procuramos interpretar com naturalidade”, afirma Zodja Pereira, fundadora de um estúdio de dublagem em São Paulo. Novas tecnologias também contribuem. Nos primórdios da dublagem, era necessário regravar todo o áudio do filme para inserir as falas traduzidas. O som ambiente do filme era perdido. Hoje, os filmes chegam aos estúdios com faixas de som separadas. A dublagem substitui a faixa da voz, e o som ambiente permanece o mesmo.
Apesar da melhoria nas dublagens, o declínio das legendas traz prejuízo aos espectadores. Por melhor que seja, o dublador não consegue interpretar o personagem. Como substituir a voz de um ator complexo como Sean Penn ou Meryl Streep? Perde-se mais ainda quando o dublador não é profissional. Com o objetivo de atrair mais público, tem se tornado cada vez mais comum ouvir artistas famosos pouco habituados à dublagem dando voz a personagens de filmes infantis. Ouvir o mesmo dublador falando por vários atores também causa estranheza. Na versão dublada de O informante, o espectador que prestar atenção às falas do personagem de Al Pacino reconhecerá a voz que dublou Richard Gere por anos, inclusive em Uma linda mulher. Na vida real, a voz dos dois atores não tem nenhuma semelhança.
Os espectadores descontentes com os lançamentos de séries e filmes dublados começam a formar movimentos de resistência. A campanha Dublado sem opção, não, lançada nas redes sociais, já reúne 6 mil pessoas. “Não é justo que os canais imponham uma programação dublada”, diz o advogado Bruno Carvalho, organizador do movimento. O objetivo é convencer os canais a permitir que o assinante possa escolher sempre entre a versão dublada e a legendada.
Nos cinemas, onde não existe a opção de mudar o áudio com o controle remoto, o futuro das legendas é mais sombrio. Se os dublados são preferidos pelo público, é natural que o mercado se adapte à demanda da maioria. Assim como na Europa e nos Estados Unidos, os filmes legendados tendem a se tornar um produto de nicho, exibido longe dos shopping centers. Cinemas como o Reserva Cultural, em São Paulo, podem se tornar o último reduto para quem quiser ouvir a voz verdadeira dos atores. “O cinema é uma arte repleta de sutilezas que precisam ser respeitadas, e a manutenção do áudio original é uma forma de respeito”, afirma Laure-Bacqué, sócia diretora do cinema. Lá, filmes dublados só entram se forem infantis. Salas como essa podem ser o último foco de resistência para impedir que as legendas se tornem curiosidade histórica, como o cinema mudo ou os filmes em preto e branco.

Fonte: Época Cultura