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segunda-feira, 12 de março de 2012

Na Moda Masculina. Dica nº 2: aproveite as liquidações, com cautela.

Liquidações é sempre um bom momento de comprar roupas com uma maior qualidade por um preço mais ascessível. Por exemplo, ontem estava caminhando pelo shopping e vi uma calça da M.Officer por R$ 79,00 e camisetas de R$ 49,00 às vezes na loja de departamento o custo é maior. Só tenha cuidado para não se empolgar com os preços e comprar tudo que vê.  Nesse instante é bom pensar um pouco. O ideal em um momento de preços mais baixos é comprar roupas mais básicas, com cores que sempre caem bem, não caia na armadilha de comprar a tendencia da última estação, pois você terá uma chance de se arrepender depois. Sabe aquelas roupas que ficam no guarda - roupa e nunca usamos? Normalmente são compradas em momentos de insanidade..kkkk

jrbmartins.blogspot.com
Osvaldo Martins

domingo, 11 de março de 2012

Na Moda Masculina - Dica nº 01: não ao exagero por jrbmartins.blogspot.com

Quero deixar bem claro na primeira postagem do blog que não sou nenhum especialista em moda, vou fazer muito mais uma analise a partir daquilo do que vejo, tento usar ou que de repente o que pode ficar muito bom ou muito ruim. Até porque, acredito que andar na moda tem muito a ver com a personalidade de cada um e não aquilo que é ditado pela industria televisa ou editoriais de moda. Vamos  começar. 
Não exagere, por favor...kkkk. Quando vou a festas sempre vejo pessoas querendo ser sempre cada vez mais estilosas, exageradamente estilosas. Abusam dos acessórios, abusam dos cortes diferentes nas roupas. Se a calça tem um corte diferente, é estilosa, procura usar uma camisa mais tranquila, lisa que não chame muita atenção principalmente no corte e nas cores, se não fica um visual poluido e você não valoriza de repente uma das peças. O contrário também cai bem, se a camisa é mais estilosa e estampada a calça ou bermuda pode ser mais básica. 
Veja um exemplo de algo que não dá certo. Um ressalva: já vi coisas bem piores...kkkk

Osvaldo Martins

domingo, 4 de março de 2012

Vale a pena ler. A vida da gente por Roney Torres

Recompondo-me do choro, termino de assistir à reapresentação do último capítulo da novela A vida da Gente. O “Gente”, grafado com letra maiúscula, é proposital. Não me recordo, por mais que me esforce, de nenhuma novela anterior ou qualquer outro programa da TV brasileira que tenha retratado o ser humano de uma maneira tão “Gente”. Sim, Gente com G maiúsculo, carregado de simbologia, de significados e de grandeza. Gente que acerta e que erra. Gente que vibra, que mente, que sonha, que se desespera, que ama, que odeia e que sofre. Gente que chora.

Minhas lágrimas não foram gratuitas. Nunca são. Se tem uma coisa que eu costumo economizar na vida, são as lágrimas. Não choro, em hipótese alguma, por pouca coisa. Não sou desses que curtem fossa. Sou dos que se recusam a sofrer por antecedência e que não fingem sentir o que não sentem, mas quando é para chorar, eu choro mesmo. Choro com dor no corpo. Choro com cada célula do meu efêmero organismo e confesso que poucas coisas me fazem tão feliz e me trazem tanto orgulho como conjugar em minha própria carne o verbo chorar. Ao chorar, eu me reconheço e me faço humano. Ao chorar eu abaixo a guarda e pratico o ato de me despir das armaduras que a vida me impõe. Além da dor, só a arte é capaz de me fazer chorar. E eu chorei com a A vida da Gente porque ela também é a minha vida.

A novela citada se mostrou como um diferencial desde o seu início. Recordo-me de quando vi a sua primeira propaganda. Sem nem saber direito do que trataria a trama, falei para o amigo que estava ao meu lado: “Essa novela vai ser excelente, ou, pelo menos, vai ser muito diferente”. Não me enganei em nenhum dos dois aspectos. A vida da Gente foi bem diferente, e, também por isso, foi excelente.

O que fez dela uma novela tão diferente? Tudo! Uma fotografia belíssima, diálogos profundos, um texto primoroso, uma trilha sonora criteriosa, dores levadas ao extremo, ausência de estereótipos e clichês, etc. A novela fugiu completamente do já tão batido script das outras produções globais: a guerra de mocinhos contra vilões, gente brigando pela presidência de uma empresa, os sotaques estranhos, homossexuais cômicos e caricatos e jargões do tipo “né brinquedo não” e “Tô rosa chiclete”. O último capítulo não teve o “Quem matou fulano”, nenhuma reviravolta imprevista e nem os vilões se dando mal no final, quase sempre morrendo ou enlouquecendo. Convenhamos, A vida da Gente nem parece ter sido produzida e veiculada pela Rede Globo de Televisão.

E a trilha sonora? A abertura trouxe, através da bela voz de Maria Gadú, a Oração ao tempo de Caetano Veloso. Sem dúvida, uma das melhores letras no nosso baiano. Além dela, tivemos Milton Nascimento, Zizi Possi, Rita Lee, Legião Urbana, Chico Buarque, Elba Ramalho e Cássia Eller. É uma seleção de artistas que dispensa comentários. Além deles, eu ainda destaco “Recomeçar”, interpretada por Tânia Mara (a melhor música da trilha) e Atrás da Porta, famosa pela interpretação de Elis Regina, magistralmente cantada agora por Marina Elali, que, em minha opinião, tem a voz bem melhor que a de Elis.
A ausência de um único personagem protagonizando a trama foi, certamente, o maior de todos os seus méritos. Como afirmou o diretor Jayme Monjardim (e eu concordo em gênero, número e grau), o protagonista de A vida da Gente foi o texto. Uma novela que em uma única cena cita Heráclito de Éfeso e João Guimarães Rosa e com eles constrói uma discussão sobre a fluidez da vida, não é uma produção qualquer. Os diálogos, colocados na boca de excelentes atores, ganharam vida e discutiram temas de importância máxima na vida humana, como as relações familiares. Texto extenso. Doloroso. Duro. O texto da novela, sempre carregado de sabedoria, me deixou ao final de cada capítulo com a sensação de ter tomado um soco no estômago.


Ao citar A vida da Gente como a minha vida, vejo-me correndo desesperadamente atrás do tempo perdido e tentando devorar a vida como Ana Fonseca, me vejo na imaturidade de Nanda, na orfandade de Tiago e de Francisco, na busca por uma maturidade e uma inteligência emocional como a de Manuela, na dureza de Eva, na frieza de Vitória, na vontade de vencer e provar que pode ir além de Sofia, no mundo onírico de Marcos, nas dúvidas de Rodrigo, na insegurança do Sr. Wilson, no trocar de pernas de Laudelino...

Eu também tenho a minha novela. Eu também sou um ator. A vida da Gente, também é a minha vida. Neste set de filmagens chamado Vida eu represento a minha história num palco chamado Tempo. Danço de acordo com os seus ritmos, espero de acordo com os seus caprichos, vejo o seu esculpir na minha carne as suas marcas. Sofro, dou gargalhadas, brigo, luto... tudo no mesmo palco.

Sobre a insistente alegação de alguns de que a novela não tenha sido tão boa porque não alcançou as mesmas pontuações no IBOPE que as suas antecessoras, acho descabido. Querer que A vida da Gente agrade ao grande público tanto quanto Araguaia ou Cordel Encantado é a mesma coisa que querer que Khaled Housseini agrade tanto quanto Paulo Coelho.  Khaled explora e expõe a dor mais aguda. Seus livros são densos, quase sufocantes. Quem leu O caçador de pipas sabe bem do que estou falando. Só apela para a questão de Ibope quem vê A vida da Gente apenas como entretenimento, coisa que a novela nunca se propôs a ser. Quem reclama da falta de humor, que vá ver a Mãe Iara (Aquele beijo), o Crô (Fina Estampa), o Tonho da Lua (Mulheres de areia) nos outros horários. Eu prefiro pensar que A vida da Gente seja como a obra de Clarice Lispector: Ou toca, ou não toca. Requer sensibilidade e maturidade. O horário foi um problema: o horário das seis, hora em que adultos estão no trabalho ou saindo dele, não é indicado para uma novela tão densa. Adolescentes não assistiriam esse tipo de trama. O que eles gostam é de pataquadas, coisas que não se encontra no folhetim em questão. Esperar que este público imaturo conseguisse enxergar toda a sua beleza e a sua profundidade, é, pelo menos, tolo.
Dizer que aprendi seria um exagero. Muitas coisas eu já sabia, portanto, eu relembrei lições preciosas. Ao final de cada capítulo, ao final de cada uma das catarses às quais eu me submetia, me relembrava de que ninguém está 100% certo enquanto o outro está 100% errado. Ninguém é doce o tempo todo. Nem todos são capazes de mudanças radicais, nem todos são capazes de atos humanos, nem todos sabem o valor do amor, da família e do perdão.

O tempo recebeu da novela uma homenagem justíssima. A ele todos nós nos curvamos, por bem ou por mal. Enquanto ele faz o que sabe fazer de melhor – passar – a vida da gente continua. Os amores mudam, as prioridades mudam, prioridades se invertem, pessoas se afastam, pessoas se aproximam, sonhos são perseguidos, outros tantos abandonados, e a gente vive. Vive esperando. Vive buscando. Vive correndo atrás. A vida da Gente é um devir. Um eterno vir a ser...
 

Crítica de Mariana Zylberkan sobre a novela "A vida da gente". Filosofia e reflexão marcam o fim de 'A Vida da Gente'

Lícia Manzo inova ao mesclar dramas com diálogos e monólogos apoiados em análise psicológicas dos personagens, e estreia com o pé direito como dramaturga, substituindo com elogios o sucesso ‘Cordel Encantado’

 

Muito mais do que o desfecho para o complicado triângulo amoroso entre os personagens Rodrigo (Rafael Cardoso), Manu (Marjorie Estiano) e Ana (Fernanda Vasconcellos), o último capítulo de A Vida da Gente foi uma reflexão filosófica e até psicanalítica sobre a passagem do tempo, que conduz a vida a desfechos imprevisíveis. Com um quê de Manoel Carlos, Licia Manzo fechou sua estreia como autora na Globo com uma novela realista, inteligente e delicada, além de capaz de manter relativamente aquecido o horário, que vinha em alta com o sucesso de Cordel Encantado -- se não no Ibope, onde não brilhou, nas discussões que movimentou fora das telas, onde angariou elogios.

Licia optou por unir Manu e Rodrigo em vez de colocá-lo ao lado de Ana, seu primeiro amor, para fazer o público refletir sobre a impermanência da vida. A menção à filosofia ficou a cargo do professor Lourenço (Leonardo Medeiros), que citou o filósofo Heráclito e o escritor Guimarães Rosa numa aula sobre o fluxo eterno das coisas.

Assim como ao longo de toda a novela, bons diálogos e monólogos foram os recursos usados para abrilhantar momentos decisivos da trama. O esperado desfecho do triângulo amoroso foi contado ao público sem o uso de uma cena batida e piegas de abraços, beijos e lágrimas. Rodrigo e Ana evidenciaram o fim do romance em cenas separadas, em que cada um escreve um e-mail ao outro. No texto, os dois refletem sobre a passagem do tempo e sobre como o amor juvenil do passado perdeu espaço para a nova postura diante da vida adulta. “Quando esperava o fim da operação de Julia (Jesuela Moro), pensei que, se acontecesse alguma coisa com ela ou com a Manu (que doou parte do fígado para salvar a sobrinha), eu morreria”, disse Rodrigo numa sutil sugestão de que preferiu ficar com a irmã de Ana.

A cena final juntou Julia, Ana, Lúcio, Rodrigo e Manu num passeio bucólico. A autora mostrou sem medo na TV as diversas configurações possíveis das famílias modernas, em que uma criança pode chamar duas mulheres de mãe e também dois homens de pais.

Lícia acertou em se propor a inovar a velha técnica dramatúrgica do triângulo amoroso. Além disso, relações familiares difíceis e conturbadas, principalmente entre pais e filhos, foram exploradas ao longo de toda a novela, o que ajudou a moldar essa proposta reflexiva da trama.

Outros desfechos – As infernais Eva (Ana Beatriz Nogueira) e Vitória (Gisele Fróes) foram desprezadas até pela autora no último capítulo. Eva protagonizou mais uma cena de bullying contra Manu, em que foi sumariamente ignorada pela a própria mãe, Iná (Nicette Bruno) e pela filha preferida, Ana (Fernanda Vasconcellos).

Vitória teve que engolir em seco o sucesso da ex-aprendiz Cecília (Polliana Aleixo), estampado nos outdoors da cidade. Ela se recusou a treinar a tenista depois de descobrir os trambiques do pai da menina (Francisco Cuoco).

As solteiras Nanda (Maria Eduarda) e Dora (Malu Galli) se saíram bem após encontrar pares às escuras. Nanda foi “vítima” da armação de Francisco (Victor Navega Motta) e jantou com um vizinho galanteador. Celina (Leona Cavalli) armou um encontro entre um primo e Dora (Malu Galli) em um bar. 

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sexta-feira, 2 de março de 2012

Comentário do filme: Amor e outros desastres

Fui apresentado a este filme durante as férias. O filme é ótimo e traz grandes reflexões sobre o amor, ou a simplicidade que pode ser encarada as relações sentimentais. Por conhecidência mudei de canal agora e ele estava passando na tv por assinatura. A personagem principal é Jacks uma produtora da revista Vogue de Londres que tem uma relação de sexo sem compromisso com um ex namorado. Seu amigo, com quem mora, Peter é um objeto frequente de suas repetitivas tentativas de ajudar a encontrar o amor verdadeiro. Mas Jacks deve perceber que precisa focar em sua vida amorosa nada saudável e Peter tem que evitar que seu ideal de amor atrapalhe a oportunidade de ser feliz na vida real. Uma comédia romântica, leve, gostosa e que vale muito a pena.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Roberta Sá abre turnê de lançamento de “Segunda Pele” com show em Salvador

Consagrada como a melhor cantora de MPB no último Prêmio da Música Brasileira, Roberta Sá apresenta ao público de Salvador as músicas de seu recém-lançado CD, “Segunda Pele” (MPB produções e Universal).  O show, que abre a turnê de lançamento também patrocinada pelo Natura Musical, será no dia 1.º de março, às 21h, no Teatro Castro Alves.
No palco, Roberta Sá apresentará as novas canções e alguns sucessos de outros discos, como “Braseiro”, “Que belo estranho dia pra se ter alegria”, “Pra se ter alegria” e “Quando o canto é reza”.  Das 12 músicas de “Segunda Pele”, sete são inéditas e uma delas – “No bolso” – foi composta por Roberta em parceria com Pedro Luís.
O álbum apresenta canções de Caetano Veloso (“Deixa sangrar”), João Cavalcanti (“O nego e eu”), Rubinho Jacobina (“Bem a sós”), Dudu Falcão (“Você não poderia surgir agora”), Carlos Rennó e Gustavo Ruiz (“Segunda pele”), Pedro Luís e Mário Sève (“Lua”), Lula Queiroga (“Altos e baixos” e “Pavilhão de espelhos”), Moreno Veloso, Quito Ribeiro e Domenico Lancellotti (“A brincadeira”), Wilson Moreira (“No arrebol”) e Jorge Drexler (“Esquirlas”).

SERVIÇO:
Roberta Sá - “Segunda Pele”Data: 1.º de março, quinta-feira, às 21h
Local: Teatro Castro Alves – Salvador (BA)
Ingressos à venda: na bilheteria do teatro, diariamente, das 12h às 18h.
Telefone: (71) 3117-4899 ou www.tca.ba.gov.br
Classificação etária: 14 anos
Valores dos ingressos: Inteira: R$50 (meia-entrada: R$25)
Patrocínio: Natura Musical

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Maria Gadú lança novo álbum 'Mais uma Página' em Salvador

Considerada a revelação musical de 2009, a cantora Maria Gadú estreia a turnê de lançamento do seu segundo álbum em Salvador, nos dias 17 e 18 de março, no Teatro Castro Alves. O disco “Mais uma Página”, lançado em dezembro do ano passado, traz 14 faixas, sendo oito delas de composição da cantora, e conta com as participações especiais de Lenine e do português Marco Rodrigues. (ouça o novo disco de Gadú)

O repertório do show passeia entre as canções inéditas do novo disco e sucessos anteriores, como “Linda Rosa”, “A História de Lily Braun” e “Dona Cila”. Além da bela interpretação de “Oração ao Tempo”, tema de abertura da novela A Vida da Gente.

Ao longo de dois anos, Gadú lançou e vendeu 180 mil cópias do seu primeiro disco; fez shows em todo o país; conheceu, cantou e gravou com Caetano Veloso e conquistou fãs no Brasil inteiro. Ao lado dos músicos Cesinha (bateria), Fernando Caneca (guitarra e violão tenor), Doga (percussão), Gastão Villeroy (baixo) e Maycon (teclados), a voz meiga e suave da cantora retorna à capital baiana para mais um show que promete divertir e emocionar o público.

SERVIÇO:
O que: Maria Gadú – Lançamento nacional do CD Mais Uma Página
Quando: 17 e 18/03 (sábado e domingo)
Hora: 17/03 (Sab) 21:00 e 18/03 (dom) 20:00
Onde: Teatro Castro Alves (TCA)
Valor:
A a W – R$ 60,00 (meia) / R$ 120,00 (inteira)
X a Z6 – R$ 50,00 (meia) / R$ 100,00 (inteira)
Z8 a Z11 – R$ 30,00 (meia) / R$ 60,00 (inteira)
Vendas: Bilheteria do TCA e SAC dos Shoppings Barra e Iguatemi (Ingressos já estão à venda)
Informações: 3117 4899
Classificação:16 anos
Realização: Íris Produções

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Madonna lança segunda música de novo disco

A cantora Madonna lançou nesta segunda-feira sua nova música, Girl Gone Wild. Esta é a segunda canção a ser conhecida pelo público do disco MDNA, que a rainha do pop lança no mês que vem. A outra é Give Me All Your Luvin, que Madonna cantou em apresentação no Superbowl, a final do campeonato de futebol americano, com as rappers Nicki Minaj e M.I.A.. 
Girl Gone Wild foi gravada em Londres com o produtor Benny Benassi e seu primo, Alle Benassi, e composta por Jenson Vaughan. O vídeo que vai acompanhar a canção foi gravado no começo de fevereiro e foi dirigido pelos fotógrafos de moda Mert e Marcus, que também fizeram a arte para a capa do álbum.
Neste ano, Madonna também fará uma extensa turnê mundial, que começa em maio em Israel, vai para a América do Norte em agosto e ainda deve passar pelo Brasil até o fim do ano.

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Comentário do filme "A mulher de preto"


Ontem assisti ao filme "A mulher de preto" com o ator Daniel Radcliffe, o astro do Harry Porter, muito bom ve-lo fazendo outro personagem até porque neste filme o mesmo mostrou que é um grande ator.  O personagem do ator é um advogado, que fica extremamente abalado após a morte de sua esposa, é interessante e principalmente intrigante em suas angustias e sofrimento. Um suspense bem feito, cheio de emoção com cenas de arrepiar tornam a película muito interessante.  Para quem não assistiu ainda, vale a pena conferir.

iBahia elege os 'Piores Momentos' do Carnaval de Salvador 2012


De acordo com as impressões trazidas para a Redação pelos nossos profissionais que cobriram o Carnaval de Salvador, em todos os circuitos oficiais da folia, de quinta-feira (16) até a Quarta-feira de Cinzas (23), o iBahia elege os momentos mais polêmicos registrados durante a festa.

Sentiu falta de algum momento polêmico? Então, conte pra gente!
Daniela pecou por falar demais

Daniela e a língua ferina: depois de supostamente ter dito ao Terra, que não admitia esperar "6, 7 horas pela passagem dos filhos de Gandhy" e criticar Gilberto Gil e Caetano Veloso, afirmando que "são artistas do passado", e negar tudo, dizendo que "fofoca é coisa do diabo", a rainha do axé, se empolgou dando um sermão extenso criticando a imprensa, a polícia e os políticos, no final do seu desfile na sexta-feira (17), no circuito Dodô. Outro momento que deixou foliões - e até participantes do seu Camarote - impacientes foi a ópera carnavalesca, um tanto exagerada e demorada demais para a ocasião, o que acabou atrasando o desfile de todo mundo que vinha atrás na fila. Mas uma coisa ninguém pode negar: lugar-comum Daniela não é.
Nenhum seguidor da missionária Baby do Brasil foi atrás do "trio evangelizador"

Baby e a oração solitária: a cantora Baby Consuelo, a Baby do Brasil, esse ano resolveu voltar ao Carnaval sob a condição de missionária. A voz feminina dos Novos Baianos, desfilou sozinha, sem fieis nem foliões, e causou a famosa vergonha alheia ao puxar sozinha a oração do "Pai Nosso" no trio elétrico, em pleno corredor da folia, no Campo Grande. 
Exaltasamba foi vaiado ao suspender apresentação 


À espera dos cordeiros: o grupo Exaltasamba acabou tomando uma vaia ao parar sua apresentação no início do desfile, na madrugada de domingo (19), no circuito Dodô. Quando os músicos anunciaram que só continuariam a apresentação com a presença dos cordeiros - que até aquele momento não haviam chegado -, eles foram vaiados pelos foliões. O trio, que já sairia com atraso, emperrou ainda mais o percurso. O grupo chegou a iniciar sua apresentação, mas temendo a violência, suspendeu o desfile para aguardar a chegada dos cordeiros.
Bell e seus filhos Rafa e Pipo cantando no Camaleão


Promoção 2 em 1: Na terça-feira (21), quem pagou caro para seguir o Chiclete com Banana no bloco Camaleão teve que aguentar a banda Oito7Nove4 tocar suas próprias músicas de trabalho. Bell Marques chegou a dedicar este Carnaval aos filhos. A impressão é que o vocalista do Chiclete traz sempre de brinde o grupo dos seus herdeiros. O problema é que nem todos os foliões e fãs do Chiclete gostam da banda de Rafa e Pipo.
Durvalino dá sinais de cansaço na foli


Durval e seu gás sonífero: que a voz de Durval Lelys já vem dando sinais de desgaste não é novidade, mas nesse Carnaval, o rei Durvalino mostrou que também não é mais o mesmo puxador de trio dos tempos das suas dancinhas - da Manivela, da Tartaruga, do Vampiro... Os foliões dos seus blocos foram flagrados em momentos bem desanimados nos desfiles. Será que é o indício de uma aposentadoria? E André Lelys, conseguirá seguir na sombra sem o irmão famoso no auge? Veremos as cenas dos próximos capítulos...
Flagras de sujeira na praia durante o Carnaval, no circuito Dodô


Educação mandou lembrança: um dos destaques negativos da folia baiana, mais uma vez, foi a sujeira deixada pelos foliões e comerciantes ao longo e no entorno dos circuitos oficiais do Carnaval. A boa notícia é que diversos setores da sociedade estão promovendo mutirões de reciclagens e de limpeza das praias do Farol ao Porto, enquanto que a prefeitura não entrou em cena durante os desfiles, deixando o lixo pelas ruas até a manhã do dia seguinte. Outra queixa é a falta de cestas de lixo no circuito.

"Que que é isso?": Com o intuito de simular as tradicionais pinturas de henna na pele, Alinne Rosa usou uma espécie de colan de corpo inteiro que não ornou. Com figurino assinado pelo estilista Victor Dzenk, durante todo o Carnaval a cantora do Cheiro de Amor fez referências à cultura Indiana, mas o look do sábado (18) ficou, no mínimo, esquisito.
Levi Lima: dancinha esquisita não colou 


"Que estranho, hein?": o cantor Levi Lima, estreante no Carnaval à frente da banda Jammil e Uma Noites, chamou atenção mais pela sua dancinha esquisita - a la breakdance - do que pela sua performance como puxador de trio.  
"Panche" prejudicou o desfile das cantoras Manuela Rodrigues, Sandra Simões e Cláudia Cunha e do Ministério Público


Trio deixa artistas na rua: O trio elétrico "Panche", locado pela Secretaria de Cultura do Estado para atender ao projeto Carnaval Pipoca, causou grande tumulto e prejuízo para os grupos Ministério Público e Três na Folia, devido ao atraso - de até quatro horas - na sua chegada ao circuito, sem contar os problemas de iluminação, som defasado, camarim e banheiros imundos. Segundo denúncias, o caso foi tão grave que além de as atrações desfilaram sem boa parte do seu público, já quase de manhã, muitos artistas ficaram pelas ruas na concentração, sem trio, nem camarim. Atenção, Secult!

www.ibahia.com.br